segunda-feira, 18 de junho de 2007

Não é hora de recuar

Caros colegas,

Cabe a nós, a união que impedirá os mandos e desmandos de um governador que quer pautar a educação a partir de decretos. Não percamos a capacidade de indignação com o que está acontecendo. Que democracia é essa que quando o povo reclama de uma decisão do governador ele não está acessível a negociar e sim a ludibriar? Que democracia é essa que impede a passeata de estudantes, (que, diga-se de passagem, levavam livros nas mãos como forma de protesto) colocando a tropa de choque com gás de pimenta na rua? Isso é um absurdo. Participar efetivamente da democracia não é votar e lavar as mãos, é acima de tudo cobrar dos nossos governantes quando eles não cumprem o seu papel, que é o de representar a vontade coletiva.

As taxas de impostos em nosso país são altíssimas, e não vemos o nosso dinheiro ser investido em educação, saúde, cultura, etc. A culpa é só dos nossos governantes, a quem sempre acusamos de corruptos? Não. A responsabilidade é nossa também, pois não reivindicamos nossos direitos, consentindo com as decisões e a falta de "virtudes" de nossos "representantes".

Apesar da cultura pacífica, melhor dizendo, passiva de nosso país, vivemos sim um momento histórico, em que a união dos estudantes a cada dia ganha adeptos e demonstra força, maturidade e vontade de mudança. É através da pressão popular que conseguiremos fazer valer nossos direitos.

As mobilizações de professores, alunos e funcionários são fundamentais para mostrarmos para "nosso" governador que não estamos brincando e que não vamos permitir que ele acabe com a educação pública superior do estado, como acabaram com a educação básica.

72 comentários:

Juliane disse...

Oi Pessoal...como estão as atividades previstas para hoje???é no mesmo esquema...16h e 18h na sala 54???
Valeu!!!!
Belo texto!!!!

Jubão

Ana Bia disse...

mas e ai como q vai ser????
é verdade q os professores naum kerem + a greve???
será q da alguma coisa sermos contra os professores??

Contra A disse...

é verdade q os professores naum kerem + a greve???

É verdade. A greve dos professores já findou-se na última assembléia. Falta o respaldo legal da tal "assembléia unificada", que não passa de uma armadilha para prosseguir com um movimento falido.

será q da alguma coisa sermos contra os professores??

Assim que a greve dos professores acabar oficialmente, os alunos que continuarem em "greve", simplesmente ficarão com falta.

Não há um respaldo legal a esta greve, ela só existe por uma insistência de alguns poucos, que se aproveitam que ninguém reclama para praticar seu extremismo.

Assim que a greve dos professores acabar, volte.

Claro que vão dizer que as coisas não são assim, mas, peça pra qualquer um deles mostrar alguma lei que comprove o que eles estão falando... Não vai aparecer nenhuma.

Se você e todos que lerem isso não quiserem ter problemas com faltas e trabalhos, assim que possível, voltem as aulas, ignorando a "greve dos alunos", que nunca existiu de fato. Eles estão parados porque os professores estão.

Mas, deixe eles fingirem, não estão fazendo mal a ninguém (por enquanto).

Se alguém quiser lhe impedir de entrar na faculdade, ou se jogar na frente de seu carro, ou arrancar as carteiras que você vai sentar, chame a polícia. Você terá todo o direito de não se prejudicar pelas atitudes irresponsáveis de outrem.

andrer disse...

meu... vc não tem a personalidade de voltar às aulas SOZINHO?
Não entendo... fica só esperando uma hora pra soltar um texto anti-greve e chamar pessoas pro seu grupinho.

Eu acho q vc precisa voltar às aulas urgentemente... não sei se vc consegue fazer outra coisa além de ser um estudante de cabeça baixa. Deve ser por isto que fica só de olho aqui no blog.

Não quer ter greve, PAGA uma faculdade e termine seus estudos!
Aposto que vc tem condições pra fazer isto.

Se vc quer acreditar no movimento de alguns professores de bauru que só entraram pra educação pelo oportunismo de se aposentar com salário integral e tempo reduzido. Beleza! Veja que foi soh o Serra dar um aumentinho que os gananciosos já aceitaram.

Agora, desde a porra do cursinho q vc jah sabia q tinha greve na universidade publica. Não quer participar de um movimento que pode acabar com estas greves?

Então arrume o que fazer! Esporte e sexo devem resolver o seu problema.

daniel_vandalk disse...

Não vejo problema em reinvidicarmos nossos direitos e cumprirmos nossos deveres mas essa greve, no final, só vai prejudicar os alunos, pois professor nenhum ficará sem salário, nem funcionário, mas nós ficaremos sim sem aulas e com reposições meia boca que farão o ensino superior do estado parecer merda. Acho que há outras maneiras de se conseguir esses objetivos, ainda mais pensando em pressão popular, mas a greve não é mais uma ferramenta valiosa. Ainda mais por que acaba virando a opinião pública contra os estudantes. Acho que essa greve já fez sua parte e que a luta deve continuar de maneiras inovadoras e mais eficientes mas que tb precisamos de aula e com uma greve ainda mais prolongada estaremos tendo mais prejuizos do que lucro, estaremos ferindo mais o ensino superior do estado do que curando, pois o calendário será ainda mais prejudicado e as turmas que ainda estão por vir, as que começaram esse ano, e todos os que já estão no decorrer do curso hoje, serão afetados com correrias, com aulas meia boca e matéria corrida/pulada, diminuindo a qualidade do ensino. Temos de lutar sim por essa qualidade, mas não de maneiras que a ferem.

Juliane disse...

Bom,
Esse argumento de que a greve estudantil não é legítima é a mesma coisa que discutir o sexo dos anjos. Em boa parte das argumentações dos contrários ao movimento estudantil de Bauru, a questão levantada é a de que o nosso movimento não é legítimo.

“Assim que a greve dos professores acabar oficialmente, os alunos que continuarem em "greve", simplesmente ficarão com falta.
Não há um respaldo legal a esta greve, ela só existe por uma insistência de alguns poucos, que se aproveitam que ninguém reclama para praticar seu extremismo.”

Em primeiro lugar, segundo a definição sociológica do verbete, categoria também se refere a casta e classe social, se nos atentarmos para essas definições, e unirmos a sua particularidades, concluiremos que categoria é, na verdade, um grupo de pessoas que se reúnem por determinados pontos comuns, sejam eles, culturais, econômicos, entre outros. Portanto, nós estudantes somos uma categoria já que o que nos une é o fato de todos sermos estudantes.

O corpo universitário é formado por três categorias bases: professores, funcionários e estudantes, assim sendo, dentro do regime do ensino superior, temos o direito a organização e participação das deliberações da instituição, assim como as demais categorias, que o fazem sindicalmente, mas nada impede outras variantes organizacionais.

As diferenças de como isso é feito dependem do que é definido em cada estatuto, mas a idéia geral é essa.

Por isso, as nossas deliberações em assembléia são válidas nesse espaço sim, somos uma categoria universitária, a nossa greve é válida.

E caso os professores queiram dar aulas não podemos ser punidos, para quem não acredita, no início das mobilizações a comissão de ética levantou essa discussão e depois da unificação do movimento tivemos a constatação.

Os próprios professores que compunham a comissão de greve unificada, dentre eles, Celso Zonta e Áurea Costa, acompanharam os alunos e funcionários que faziam parte da mesma comissão e em diversas vezes afirmaram que não estava correto os alunos serem punidos com faltas ou provas, pois estamos em greve, não se pode punir alguém por participar de uma mobilização grevista, isso é garantido constitucionalmente.

Esclarecimentos à parte...na minha opinião é inaceitável esse posicionamento egoísta...”de sou contra a greve e pronto”...
...a greve luta contra os decretos do Serra que não foram sanados com alguns esclarecimentos dos Decretos Declaratórios, e ir contra a greve é ser favorável aos decretos que não só ferem direitos fundamentais da universidade, como também, fere diretamente a todos da sociedade civil...isso é algo que seria facilmente identificado com uma leitura um pouco mais apurada dos decretos...no declaratório como um exemplo são mantidos a proibição de contratação e admissão de pessoal na CEETEPS (Centro Paula Souza), assim como, em outras entidades vinculadas à administração direta e indireta e que prestam serviços de atendimento básico a população, tais como, hospitais e escolas...o que mais é preciso para enxergar que se tem algo ilegítimo em tudo isso, com certeza não é o nosso movimento!!!

Contra A disse...

Por isso, as nossas deliberações em assembléia são válidas nesse espaço sim, somos uma categoria universitária, a nossa greve é válida.

Constituição Brasileira, Lei 7783, Artigo 2º - Para os fins desta Lei, considera-se legítimo exercício do direito de greve a suspensão coletiva, temporária e pacífica, total ou parcial, de prestação pessoal de serviços a empregador.

Aparte toda esta confusão e mistureba de argumentos, Juliane...
Você seria capaz de apontar-me, jurídicamente, aonde ficam os vínculos empregatícios que vocês deixarão de prestar aos empregadores?

Simples: Não tendo vínculo, nem empregador, não existe greve. A validade disso, oficialmente, é a mesma de uma greve de sexo de uma mulher para um marido.

Portanto, embasado pela constituição do país, e não por argumentos jogados a esmo, eu continuo afirmando que, estudante não faz greve.

Não tendo direito de greve, fica invalidado que possa participar de discussões com direito de voto sobre greves de outrem. É a mesma coisa que dar direito de voto aos saguis da unesp, que tem tanto direito quanto os estudantes.

E você, Juliane, seria capaz de apontar, na lei, argumentos que embasem sua tese?

Gabriel Ruiz disse...

Porra, alguém diz pra essa pessoa virar o disco.

Contra A disse...

Pro tal do andrer, aviso que não respondo argumentos de pessoas com problemas mentais.

Porém, vejo nele um potencial líder pro movimento estudantil. Vejo que ele tem o "feeling" adequado pra tal.

Contra A disse...

Porra, alguém diz pra essa pessoa virar o disco.

É assim que descredibiliza os argumentos dos outros?

Viro o disco com prazer, assim que alguém for capaz de rebater meus argumentos. Argumentos quais, todos daqui andam fugindo.

Vocês esqueceram de virar o disco desde o golpe de 64... posso eu fazer o que?

Denis disse...

§ 2º. No caso de instituição pública, o Poder Executivo responsável por sua manutenção acompanhará o processo de saneamento e fornecerá recursos adicionais, se necessários, para a superação das deficiências.

Ai contra a...
Não estamos em greve por melhores salários, estamos cobrando nossos direitos, nao estamos em greve, estamos paralizados esperando a solução!
Lei de diretrizes e bases, o querido governador passou por leis básicas através de um decreto, pq tanta pressa em terminar algo que vale pro resto da sua vida? Os estudos serão apertados nesse fim de semestre, mas que não fiquem com uma qualidade de reposição de aula até o fim!

Gabriel Ruiz disse...

Não dá pra achar na constituição federal algo que diga sobre greve estudantil. É uma coisa muito específica.

estudante não faz greve

O que foi aquilo que ocorreu nos anos 60 e 70? Não é a primeira vez que ocupações ocorrem, numa pesquisa breve, descobre-se que a própria USP já foi outrora ocupada. Agora imagine na década de 70 se legalizassem (os ditadores) uma greve estudantil. Aí, o período passou e continuo como está, claro.

E tem mais coisas acontecendo, não é apenas um ex-líder da UNE que já fez greves e que hoje tenta sufocar a universidade pública que vem agindo. Foram novamente instituídas as rondas em 2006 (Escola de Polícia Comunitária e Cidadã). Agora aquilo que conseguiram retirar das universidades está de volta, a PM nos campi. Isso vai reprimir ainda mais a classe e o pior, uma conquista passada, está de volta; trata-se de um projeto do governo Lula. Contará inclusive com a criação de mini-delegacias na universidades.
mais infos aqui:
http://www.pco.org.br/conoticias/educa%C3%A7%C3%A3o_2006/20set_policia_cidada.htm

Acho que o senhor "contra a" deveria ater-se em se preocupar que estamos em um momento histórico de luta contra abusos que estão sendo construídos sobre a universidade pública, é uma sugestão.
é difícil desconstruir o argumento de que a a greve da classe é ilegal. mas acho difícil (reflita um pouco) que a comunidade política criasse uma lei especificamente sobre greves estundatis. Isto seria, para eles, dar o tiro e ele sair pela culatra, pois legalizaria um movimento muito forte.

Contra A disse...

Boa tentativa.

Isso talvez apóie as intenções de vocês para protestarem, mas, com certeza, não valida a greve
Publicar comentário.

As faltas continuarão sendo contadas.

Cada um julgue da maneira que quiser, eu não arriscaria.

A.Cerri disse...

Gabriel,
Não adianta falar para o "contra a" que estamos sendo atacados, que a polícia vai entrar no campus, que é óbvio que não consta nada sobre greve estudantil na constituição (apesar de estar nos estatutos da Unesp e dos diretórios)...é inútil.
Para ele, se está na lei, está certo. Não importa o quão absurda a lei seja.
Ele luta pelo cumprimento da lei, não importa como ela seja.
Nós lutamos por leis mais justas.

Gabriel Ruiz disse...

Obrigado "contra a", vc têm sido muito importante para as discussões que estão ocorrendo neste espaço. E isso não é uma ironia. Com os argumentos, apesar deles se resumirem apenas ao de que a greve não é legítima, nos faz refletir bastante.

E obg também por "boa tentativa", mas o senhor, diferente de outras vezes, desta vez, foi breve na resposta, o que demonstra que (talvez) o senhor tenha concordado com o fato de que a legalidade é uma coisa bastante específica e que seria um tiro pela culatra autenticá-lo...

um abraço

Gabriel Ruiz disse...

É Cerri, é difícil combater legalistas. Porque existem coisas que são óbvias, mas aí alguém pega o regulamento, lei, etc etc etc... como também acontecem com os docentes.
valeu !

Contra A disse...

Gabriel, eu não concordo com o movimento de vocês.

Não acho que a greve seja a melhor maneira de protestar contra as medidas do governo.

Insisti aqui que a melhor hora da organização é na véspera da festa democrática das urnas.

Como você mesmo disse, é difícil desconstruir o argumento de que a greve seja ilegal. Ela não é legal.

Na minha opinião, não se legaliza uma greve estudantil justamente por estar havendo tudo isso.

O que vocês estão querendo, é forçar os demais alunos, usando de sua representatividade nas assembléias, a compactuarem com a mesma ideologia de vocês. Se isso estivesse de acordo com a lei, eu nem diria nada. Como não está, solicitaria com bom senso que refletissem e, antes de pensarem em mudar o mundo, ver se o mundo quer mudar.

Ou vira aquela coisa "Me acompanha que a minha causa é justa, porque senão eu te mato".

Repito, e não há o que me faça mudar o disco. A greve dos estudantes é inconstitucional, e vocês forçarão a todos arcarem com faltas desnecessárias ao término da mesma.

Contra A disse...

Nós lutamos por leis mais justas.

Mais justas pra quem ?

Eu nem vou insistir nos meus argumentos, só apelar ao seu bom senso. Vocês são 186 pessoas, e o campus da unesp de bauru tem 4500 estudantes (ou mais). Do mesmo modo que a lei é feita de "cima pra baixo", não estariam estes 186 fazendo a mesma coisa?

Diz você: Ah, a assembléia é aberta, vem quem quer...

Digo eu: A urna é aberta, TODOS votam.

Diz você: Ah, mas as eleições são manipuladas por uma elite neo liberal e...

Digo eu: Ameaçar barrar carros e arrancar carteiras não é um método de coação e manipulação também?
Conheço pessoas que temem participar destes eventos, por este tipo de comportamento.

Contra A disse...

Para ele, se está na lei, está certo. Não importa o quão absurda a lei seja.
Ele luta pelo cumprimento da lei, não importa como ela seja.
Nós lutamos por leis mais justas.


Não acho a lei absurda;

Não concordo com sua atitude de pensar que a sua verdade é melhor do que a minha;

Já que não há "fiel da balança", a única coisa que nos separa da barbárie são as leis;

A luta de vocês com certeza é uma luta das quais boa parte da população não possui simpatia. A cada dia que passa naquela ocupação descabida da USP, a coisa fica pior;

Eu penso que não estão lutando, estão querendo impor seus pontos de vista;

Já parou pra pensar o quão perigosa é esta relatividade das leis de acordo com os interesses de cada um? O que é certo pra você, pode não ser certo pra alguém que possua uma arma, e ache também que assassinato é apenas uma personificação moderna da "lei do mais forte"...

(talvez) o senhor tenha concordado com o fato de que a legalidade é uma coisa bastante específica e que seria um tiro pela culatra autenticá-lo...

Na realidade, não. Foi para um outro comentário, o do denis, que citou alguma lei, pelo menos.

Gabriel Ruiz disse...

Tudo bem "contra a". Mas se a greve é ilegítima os decretos também o são. A prerrogativa deste assunto (autonomia pedagógica e não apenas financeira) cabe à assembléia legislativa (que discutiria com todos os níveis sociais o projeto, inclusive com quem mais entende acerca do assunto, a universidade) e não a um chefe do executivo que os baixa sob forma de decretos, pois somente assim consegue que se torne legal.

Vc tem sua opinião formada e eu também. E provavelmente não as mudaremos, pois acreditamos nelas. Então, vamos assim, vc luta pelo que acredita e eu faço o mesmo. Ainda assim, valeu.

outro abraço

Renata disse...

Alguém sabe então, como ficará a assembléia de amanhã, já que foi marcada para terça-feira, justamente por esperar a reunião de hoje?

retirado do site: http://noticias.uol.com.br/educacao/ultnot/ult105u5474.jhtm

18/06/2007 - 20h13
Estudantes invadem a diretoria acadêmica da Unicamp

Da redação
Em São Paulo


Um grupo de cerca de cem alunos invadiu a diretoria acadêmica da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) na tarde desta segunda (18). A universidade abrigava a reunião entre o Cruesp (Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas) e o Fórum das Seis (entidade que reúne os sindicatos de professores e funcionários das três universidades estaduais paulistas).

Era o primeiro encontro entre o Cruesp e o Fórum após o fim da greve de professores da Unicamp e da USP (na Unesp, a paralisação, parcial, continua). Os funcionários das três universidades continuam parados, também de modo parcial. O conselho ofereceu 3,37% de aumento às categorias.

Segundo nota divulgada pela Unicamp, os estudantes tentaram invadir a reitoria da universidade, onde acontecia a reunião e, como não conseguiram, os alunos ocuparam a Diretoria Acadêmica. A reitoria já havia sido invadida por alunos em março deste ano, em um protesto que durou 83 horas.

O encontro então foi suspenso, e uma nova reunião só ocorrerá com o fim da ocupação. A diretoria acadêmica controla atividades como calendário de matrículas, fornecimento de histórico escolar e emissão de certificados de conclusão.

Contra A disse...

TJ rejeita ADI do PSOL contra decretos do governo paulista

Os decretos são legítimos perante a lei.

Sempre me esqueço de que a lei não vale nada. Desculpem.

Renata disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Renata disse...

http://noticias.uol.com.br/educacao/ultnot
/ult105u5474.jhtm

Contra A disse...

É essa a "argumentação" que o "movimento" mais gosta...

Isso fica cada vez melhor...

Alguém, pelo amor de Deus, prenda estes marginais.

Ninguém aguenta mais isso.

andrer disse...

Eu te digo por que a greve dos estudantes é/foi a melhor saida:

Porque boa parte dos estudantes está desinteressada pela política. Então, acabam aceitando o fato de que a univ publica vai acabar e pede pelo amor de Deus que só acabe depois que ele se formar.

Uma greve é um protesto. Simbólico ou não, é um protesto. Claro, temos que separar a liberdade de expressão de ataques. Mas, não precisa ser legal com embasamentos jurídicos.

Quer saber, contra a, caso esteja tão fissurado nestes argumentos procure seus direitos na justiça então! Vá ao procon!!

Eu não vou responder ofensas de cunho pessoal pq não vale a pena.
A discussão do assunto em questão tem mto mais valia.

Contra A disse...

Eu não vou responder ofensas de cunho pessoal pq não vale a pena.

ANDER DIZ: Então arrume o que fazer! Esporte e sexo devem resolver o seu problema.

Deixe de ser hipócrita, cidadão.

andrer disse...

POst de borges do tópico anterior. Ele responde a Jefferson sobre o porque da greve.

"jeferson: a greve prejudica sim os alunos, parar com as atividades academicas nao é bom para ninguem , porém encare isto como um mal necessario. Quantos daqueles alunos que não voltam para casa na greve você acha que estao felizes com a greve? c fazem greve é por uma causa maior do que o simples fato de ter aula. eles lutam pela educação que vem a anos sendo "reformada" a privilegio da privatização.

A Universidade é um espaço de aprendizado e crescimento do ser humando e nao pode ser só vista como fomração de FERRAMENTAS para o mercado de trabalho. Esses alunos lutam tabém, junto com funcionarios, pela melhoria das condiçoes destes, se você acompanhar as assmbleias voce perceberá que funcionarios ( excenciais para que você tenha suas aulas)estão revoltados com o que recebem.

Finalmente respondo sua pergunta:a greve prejudica o proprio estado, é com a greve que o pais olha para seu governante e percebe que ele não está em harmonia com determinada camada social( no caso a universidade). as greve é nossa maior arma de reivindicação e, juntamente com os atos e passeatas que voê sugere, que ela chama a atençao da midia e do pais..

desculpe pela sinceridade Jeferson, mais quando as 3 universidades publicas paulista entram em greve juntamente com outors estados, algo deve estar errado não é?"

Biga disse...

vamos todos votar pelo fim da greve amanhã.

andrer disse...

Ahh.. Hipocrisia é uma coisa abstrata.

Eu não ligo pra suas ofensas.
Se vc liga , a culpa não é minha.


Sem mais,
Do cidadão.

Contra A disse...

De acordo. Abaixo a baderna:

vamos todos votar pelo fim da greve amanhã.

Contra A disse...

Ah, me esquecí... a assembléia foi convocada para as duas da tarde, hora em que pessoas de bem estão trabalhando...

Assim fica difícil, não acham?

Quem puder ir, vá e vote pelo fim dessa palhaçada.

Contra A disse...

Não é abstrata não, aprenda o que é
HIPOCRISIA aqui.

Gabriel Ruiz disse...

É isso aí pessoal. Pela manutenção da greve!

andrer disse...

hahahah...
Acrescentando,
Hipocrisia é estudar em uma universidade pública é não prezar por ela.

Isto é cuspir no prato em que se come.

Contra A disse...

Hipocrisia é estudar em uma universidade pública é não prezar por ela.

Hipocrisia é achar que está prezando por ela, quando só está apenas querendo satisfazer o próprio ego.

É achar que é dono da verdade.

Achar que 180 decidem por 4500.

Pior que isso, só ler a definição de hipocrisia e falar besteira depois... eheheh...

A hipocrisia é o ato de fingir ter crenças, virtudes e sentimentos que a pessoa na verdade não possui. A palavra deriva do latim hypocrisis e do grego hupokrisis ambos significando representar ou fingir.

Que curso você faz? Aposto que é da faac.

Biga disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Gabriel Ruiz disse...

A liminar do PSOL não foi aceita, mas isso não quer dizer necessariamente que os decretos sejam legais. Acho que o mais correto seria discutir este assunto (porque se apenas um grupo pequeno como este está gerando uma enorme discussão) é no mínimo do interesse de muita gente. E é altamente covarde que alguém o faça por meio de decretos. Cara, estamos ferindo não apenas o aspecto financeiro, mas também pedagógico, ou seja, quem não tem nada a ver com a universidade vai passar a interferir nela, ainda mais do que hoje ocorre!
Sabe como os reitores são eleitos? Através de indicação. Não acha que devíamos (docentes, funcionários, estudantes) votar em quem vai representar nossos interesses?

E pelo que sabemos, repito, é um tema que diz respeito à assembléia Legislativa e não ao chefe do executivo. Pois interfere no ambito universitário inteiro.

andrer disse...

Satisfazer meu próprio ego?
Será que VC não quer satisfazer o seu ego ficando contra a greve?

180 resolvem por 4500 por que são os líderes. Qtos deputados há no congresso? Então, seria uma hipocrisia todo o sistema politico do país?

Eu não sou o dono da verdade, mas procuro ficar bem próximo dos donos.

Eu é que pergunto se vc é da faac. Realmente não me interesso por derivações de palavras. Vc participa de campeonatos Soletrando?

Eu não sou da faac. Vc se surpreenderia se eu dissesse.

Contra A disse...

Será que VC não quer satisfazer o seu ego ficando contra a greve?

Não. Eu quero aula.
E o fim desta balbúrdia.

180 resolvem por 4500 por que são os líderes. Qtos deputados há no congresso? Então, seria uma hipocrisia todo o sistema politico do país?

Afinal, vocês são a favor ou contra o governo?
Torcem a verdade sempre que precisam dela, não?

A greve é ilegal. Nunca se esqueça disso.

Eu não sou o dono da verdade, mas procuro ficar bem próximo dos donos.

Além de hipócrita, é oportunista.
E pior: Tem a cara de pau de querer definir quem é o dono da verdade.

Eu é que pergunto se vc é da faac. Realmente não me interesso por derivações de palavras. Vc participa de campeonatos Soletrando?

Não... só prezo pela minha língua pátria. Gosto de interpretar textos corretamente...

greve sim disse...

votarei sim para a greve!
quero q dai 20 qdo falarei q me graduei na unesp seje motivo de orgulho e referencia entre as melhores universidades. e nao dizer na minha época existia unesp, existia ensino publico

Contra A disse...

e nao dizer na minha época existia unesp, existia ensino publico

Quanto tempo será que vai demorar até vocês destruírem todos os prédios das universidades públicas?

Daqui a pouco só sobra almoxarifado pra vocês ocuparem.

Biga disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
andrer disse...

Agora vc não entendeu: Não sou contra o sistema político, sou contra os atuais ocupantes das cadeiras, principalmente da de governador do estado.

Eu tenho a cara de pau de tirar minhas próprias conclusões. Isto sempre tive mesmo. Deslavada!
E digo mais, quem decide o dono da verdade, pra mim, SOU EU MESMO!
Não lembro de ter imposto nenhuma verdade para você.

Gosta de interpretar textos corretamente? Então usa o wikipedia para interpretar os decretos do Ferra e conclua sobre a verdade em que vc acredita. Vc tem o direito de fazer isto!

Protesto não é ilegal. Greve é um protesto. Mas, se vc acredita o contrário, paciência. O chumbo vem a longo prazo.

andrer disse...

Biga, onde vc estava quando formavam o ME da Unesp de Bauru?

Aposto que nem se interessou, não é?

Agora, não adianta dizer que os delegados do ME de bauru não representam os alunos só pq o Sr. não estava presente quanto escolheram eles. Esta é uma culpa que vc vai carregar.

Contra A disse...

Agora vc não entendeu: Não sou contra o sistema político, sou contra os atuais ocupantes das cadeiras, principalmente da de governador do estado.

O governador foi eleito pelo povo.
Você é contra a maioria.
É contra? Vote certo. Estimule as outras pessoas a votar certo.
Isso que você está fazendo é choro da oposição.

O Serra ganhou porque o povo quis.
Goste ou não, este é o governador do estado.

Eu tenho a cara de pau de tirar minhas próprias conclusões. Isto sempre tive mesmo. Deslavada!
E digo mais, quem decide o dono da verdade, pra mim, SOU EU MESMO!


Pelo menos admite. É um começo.
Eu prezo pela discussão e ponderação, não me acho dono da verdade.

Hittler se achava dono da verdade.

Não lembro de ter imposto nenhuma verdade para você.

ANDRER DIZ: Não quer ter greve, PAGA uma faculdade e termine seus estudos!

Um conselho... pare com isso. Cada vez fica pior pra você.

Gosta de interpretar textos corretamente? Então usa o wikipedia para interpretar os decretos do Ferra e conclua sobre a verdade em que vc acredita. Vc tem o direito de fazer isto!

A LEI considerou os decretos válidos. Tenho culpa que vocês não sabem perder? E ainda querem levar todo mundo pro buraco junto...

Protesto não é ilegal. Greve é um protesto. Mas, se vc acredita o contrário, paciência. O chumbo vem a longo prazo.

1 - Você tem um aquário? Não? Então você é gay.

2 - A noite é escura. A noite faz frio. Logo, fica escuro porque está frio.

3 - Eu relevo porque te falta interpretação de texto, imagina discernimento para análises jurídicas.

4 - Tem certeza que isso não é uma piada ?

Biga disse...

eu estava me referindo as votações nas assembléias. e pelo que eu saiba todos alunos tem direito a voto. e amanha estarei presente lá junto com muitos outros para votar pelo fim da greve

Alexandre disse...

Ao Contra A:

Não acho que você esteja errado em todas as suas colocações, porém nenhuma dessas discussões não estão rumando para lugar algum. Sugiro que discutamos sim, mas discutamos aspectos que venham a nos acrescentar idéias relevantes como, por exemplo: Se a greve não é o melhor caminho, qual é o meio mais eficaz para reivindicarmos nossos direitos?! (Já que não dá para aceitar essa política de sucateamento do ensino superior público, exercida pelo Governador -tenho certeza que nisso você concorda comigo!)

Priscila disse...

A propósito do que disseram a respeito de a assembléia ser às 14h, eu gostaria de dizer que na primeira assembléia unificada, quando se estava decidindo pela realização da seguinte no mesmo horário foi justamente um estudante que não trabalha que propôs que ela fosse realizada às 18h, para que mais estudantes (que trabalham) pudessem participar. Isso foi posto em votação e, democraticamente, decidiu-se que seria mesmo às 14h. Infelizmente, mas, como o caríssimo Contra a disse, é a vontade da maioria. Pois assim se fez.

Quanto à representatividade, também não acredito que se trate de líderes, mas sim de pessoas que se interessam em participar do processo político dentro da universidade, em respeito à própria universidade. E não foram 180 estudantes que decidiram pela greve, mas sim os 700 na primeira assembléia, no dia 28 de maio.

E eu espero que todos os que compareçam à assembléia para votar pela volta ou não às aulas, estejam lá desde o começo, para escutar as reivindicações e causas do movimento, que são muito justas - e cujos efeitos a maioria não poderá sentir em tempo hábil (muitos estão se formando). Não estamos ali por nós, mas pelo ensino público de qualidade e pelos meios necessários para se usufruir desse ensino.

Contra A disse...

Concordo, Alexandre. Concordo.

Manifestações pacíficas. Com todos tendo aula aqui em Bauru, as manifestações crescem em tamanho, e credibilidade.

Muitas pessoas não vêm as reuniões e debates, porque têm medo destes posicionamentos radicais que você deve ter visto.

Uma mudança na postura intransigente dos cabeças do movimento seria muito mais convidativa.

Falta um RU? Deixemos de consumir na UNESP. É um sacrifício, mas pelo menos, não burlamos lei alguma. A Unesp lucra com os restaurantes.

Falta moradia? Primeiro, descobre-se se este benesse é previsto em lei.

Segundo, conversas com o reitor; Caso ele negue, saber porque.
Caso não negue, verificar a questão de prazos.
Se negar veementemente, manifestações pacíficas, talvez bem humoradas, que chamem a atenção da mídia, sem balbúrdia.

Com a opinião pública a favor, fica MUITO mais fácil. Do jeito que está, tudo que conseguimos é irritação e ódio por parte da mesma.

Se o movimento mudar sua postura radical, com certeza pode obter mais filiados. Com mais gente lutando, mas fácil será conseguir nossos objetivos COMUNS, não os de uma minoria radical.

Quanto aos decretos do Serra, não serão derrubados.

O qu acontecerá? A mesma coisa da época do Mário Covas.

Tomou soco de professor, virou mártir. Desde aquela época, ninguém mais olha professor como vítima (lembram disso)?

Se o Serra invade aquela reitoria no começo do movimento, a população fica do lado dos estudantes, e contra ele. Ele perde popularidade e não elege o prefeito de SP ano que vem.

Esperando o que ele esperou, ele aguardou que a opinião pública mudasse, e, se invadir aquela reitoria agora, a população vai aplaudir. A mostra do estrago que eles fizeram lá dentro, e a constatação de que eram poucos, vão trazer sérios abalos a credibilidade estudantil (já abalada com tudo isso), categoria da qual faz parte, e já me orgulhei disso (agora nem tanto).

Ao invés de lutar cegamente e sem razão contra o sistema, apelando pra métodos abusivos, sugiro uma abordagem mais suave, simples, que sempre dá resultado. Talvez não imediato como os imediatistas esquerdistas gostariam, mas, sempre dá.

É o único caminho válido. Todo mundo sabe que estas utopias absurdas de extrema-esquerda não acontecerão tão cedo. Isso é óbvio.
O Serra está rindo a toa no seu gabinete, pensando o quão imbecis estes estudantes são.

Que tal, ao invés de querer derrubar os decretos na porrada, não pressionarem o governo acompanhado de perto o restultado dos mesmos? No primeiro momento em que o governo ferisse alguma lei, seria fácil descredibilizá-lo.

Infelizmente, José Serra ganhou. Como cidadão consciente e não irresponsável, sei que a realidade é essa, e não alimento sonhos utópicos de "impeachment", "guerra civil", "socialismo". Jogo com o sistema.

Convido a todos que compartilham deste ideal, de "revolução não é a solução", para que estejam na assembléia de amanhã, na qual eu não posso ir, por motivos de trabalho.

Provavelmente a greve ganhe, dada as táticas conhecidas (enrolação da assembléia, que começa as 2 e põem a votação as 8 da noite), ou o próprio horário absolutamente impróprio da mesma.

Mas, adianto: Se quiserem que algum dia, as aulas voltem, e este pensamento extremista suma das universidades públicas, vocês têm que comparecer.

andrer disse...

"Eu prezo pela discussão e ponderação, não me acho dono da verdade." - Onde vc estava quanto deliberaram pelo início da greve?
Não vi vc prezando por nenhuma discussão neste aspecto.

A Lei tem várias brechas. Há um artigo que diz que o Governo deve sempre manter o seu ensino publico independente. Onde está escrito que se pode transformar a secretaria do turismo em secretaria do ensino superior?

Sobre o Ferra acho que a mídia formou a opinião da massa na época da eleição e está fazendo o mesmo agora.

Minha opinião está longe de ser uma verdade para todos. É uma verdade para mim.

Acho melhor vc parar por aqui pq quer ser o queridinho dos alienados e não perde um único post aqui como oportunidade para aparecer.

Amanhã vai ser uma briga boa. Espero que os alunos continuem em greve.

Boa sorte à nossa Universidade Pública.

Laranja disse...

ae rapazeada, vcs estao sabendo desse movimento?
http://www.contraosdecretos.cjb.net/

5 min nas principais Avenidas de todas as cidades em greve, ao mesmo tempo.

Deem uma olhada.
Abraços

Contra A disse...

Não vi vc prezando por nenhuma discussão neste aspecto.

Taí o que falou que me falta esporte e sexo.

A Lei tem várias brechas. Há um artigo que diz que o Governo deve sempre manter o seu ensino publico independente. Onde está escrito que se pode transformar a secretaria do turismo em secretaria do ensino superior?

Os decretos foram julgados procedentes. E pare de querer julgar a lei, está óbvio que você não entende nada da mesma.

Acho melhor vc parar por aqui pq quer ser o queridinho dos alienados e não perde um único post aqui como oportunidade para aparecer.

Não. Quero escrever o máximo que posso, para que os alunos que chegam aqui, pelo e-mail da faac dizendo que este blog é para "mais informações", enxerguem a verdadeira natureza panfletária do mesmo.

Faz parte da minha estratégia suscitar o debate, para que todos que acessam este meio saibam o que estão lendo.

Isso com as demais opiniões do blog. A discussão com você é só por diversão.

Biga disse...

É.. a possibilidade da greve continuar é grande. Mas o que foi conquistado até agora?
Eu temo que aconteça como em 2004, quando a unesp ficou em greve de maio a agosto, e os professores conseguiram um aumento de 4% (em 2 vezes de 2%) aproximadamente isso, o que foi muito pouco em relação ao período sem aula e a perda de qualidade das aulas que ocorre numa reposição.
E acho que o movimento perde em força pois várias unidades da unesp estão tendo aula normal. Então nao seria melhor outra forma de protesto?

Biga disse...

e a reposição das aulas quando seriam??

Laranja disse...

favoraveis e contrarios a greve, mas em prol de um ensino de qualidade, nao deixem de ver o que essa galera esta propondo:

http://www.contraosdecretos.cjb.net/

abraços

daniel_vandalk disse...

Concordo com o Alexandre: "Se a greve não é o melhor caminho, qual é o meio mais eficaz para reivindicarmos nossos direitos?! " não li todos os comentários daqui porque viraram ataques pessoais e discussões sem encaminhamento demais pra ler tudo sem estar envolvido na disputa particular que nasceu aqui. Acho que deveríamos sim pensar em maneiras diferentes, e mais eficientes do que a greve, para atingir nossos objetivos. http://www.contraosdecretos.cjb.net/ esse site coloca uma boa alternativa, mas não algo para se realizado sozinho,mas deveria ser uma amnifestação entre várias outras nesse sentido, e que alias, essa manifestação sugerida nesse site seria milhares de vezes mais fáceis de se organizar se os estudantes não estivessem espalhados cada um em sua cidade por causa da greve. Se todos estivessem em aulas, manifestações como essa seriam muito mais faceis de se organizar. Minha ideia de alternativa para a greve é jogar pelas regras dos governantes, e vencê-los no jogo deles, não fazendo greve, mas fazendo mobilizações aproveitando o fato dos vários estudantes estarem concentrados nas faculdades. Além disso, manifestações organizadas em aula e não em greve seriam mais bem aceitas pela mídia, e a divulgação favorável na mídia dos objetivos e da luta dos estudantes seria uma arma muito mais forte de pressão social do que uma greve. Pois na greve, querendo ou não, a mídia ou não fala nada sobre a greve, ou fala mal, jogando a população contra os estudantes. Então que pressão social é essa? Uma pressão social que atingisse realmente os politicos seria aquela em que o politico perdesse votos, ou corresse o risco de perder votos, e para isso teria de ser algo em que a população nos apoia. E nisso posso certamente disser que não é o que ocorre, as pessoas a minha volta, aqui na minha cidade, só sabem da greve porque me perguntam "como vai a faculdade?" e soh sabem que a greve continua pq nos fins de semana me perguntam "como vai a faculdade? O que? Está de greve AINDA?" ou seja, eles não sabem nada sobre essa greve, e quando ficam sabendo acham ruim. Por isso, para conquistar a opinião dessas pessoas, ameaçar os votos nos politicos, e fazer uma pressão social maior, a reinvidicação pelos nossos direitos precisa mudar de estrategia, e é preciso se pensar em como mudar essa estratégia. Eu pessoalemnte acho que fazer para esse objetivo de achar novos maneiras de reinvidicar e colocá-las em prática fica mais fácil sem a greve, pois pelo menos sem greve tem um lugar onde se pode ter certeza que será possível buscar participantes, na faculdade, nas salas de aula. É claro que isso exige uma movimentação organizada, algo similar ao comando de greve, mas nos periodos de aula, e nisso os CAs de cada curso poderiam ajudar tb. Há outras maneiras de se reinvidicar, esse site é uma prova disso, mas fica difícil fazer diferente enquanto estamos repetindo o de sempre.

Juliane disse...

Olha contra a...o que lamento eh um ataque direto...`mistureba de argumentos` foi o que disse...em nenhum momento me referi a sua maneira de se manifestar...a respeitei...acho que vc acabou encaminhando a discussao para um patamar onde vc se recusa a aceitar pontos de vistas diferenciados, desqualifica um dos interlocutores politicos...assim sendo, vc naum eh capaz de compreender as diversas questoes por nos abordadas, vc se apegou a um determinado ponto, desconsiderou todo o contexto, a importancia dessas e outras discussoes e fica ai...repetindo, repetindo, repetindo...
nesse nivel a discussao com vc naum eh salutar...naum vai levar a nada...qdo vc se propuser a considerar todos os elementos que envolvem o nosso movimento...talvez possamos discutir...e te mostro quais saum os documentos que pautaram a minha confusao e mistureba de argumentos...
ah antes que isso sirva de argumento para mais uma das importantissimas, fudamentais discussoes levantadas por vc, escrevi sem acentos pq estou com um problema no computador que uso agora...obrigada!!!!

Contra A disse...

daniel_vandalk, note que, pulando os ataques pessoais, o que você disse, em sua maioria, foi exatamente o que eu disse em um comentário anterior.

Juliane

Eu tento, mas não consigo me fazer entender neste espaço.

Eu tento simplificar:

Não há argumentação plausível, que me faça deixar de pensar que, algo precisa ser MUITO, mas MUITO grave, para alguém cogitar o desrespeito a lei e a desobediência civil.

Não adianta vocês passarem os argumentos de que a educação pública é uma bosta, de que a autonomia é uma desgraça pra universidade, de que o RU e a Moradia faltam, eu ainda continuo pensando que, independente disso:

Há outros caminhos para protestar, e eles são melhores do que os que vocês estão seguindo (vide meu post e o post do outro colega semelhante ao meu);

Sempre segui as leis, e me causa estranheza querer desobedecê-las por motivos que não justificam tal atitude;

Seu comentário misturou conceitos sim; chegou a conclusões totalmente fora de contexto para justificar a greve. Argumentação, aliás, que eu vejo muito aqui:

"(alguns argumentos)... Por isso, as nossas deliberações em assembléia são válidas nesse espaço sim, somos uma categoria universitária, a nossa greve é válida."

Você sabe que, o fato de vocês serem uma "categoria universitária", não dá nem nunca deu direito jurídico a greve dos estudantes. Aliás, é muito difícil que consigam arrumar uma brecha na lei que a valide.

E, está no meu direito soberano, como cidadão, repudiar qualquer coisa que não esteja dentro da lei.

A argumentação histórica, poética, filosófica, ou seja lá qual for dar, para poder justificar o injustificável, a meu ver, realmente não vai fazer efeito.

O que eu quero ouvir, claramente, e vocês sabem que as coisas são exatamente assim, é:

Nós, do movimento estudantil, sabemos que a greve dos estudantes não é prevista na lei. Mesmo assim, nós, 186 estudantes que temos (segundo vocês) a legítima representação sobre os 4500 estudantes da unesp do campos de Bauru, mesmo representando apenas 4% dos mesmos, deliberamos, em assembléia, pela greve dos estudantes.

Embora ela não exista, achamos que o movimento é válido por (seus argumentos aqui). E, mesmo sabendo da ilegalidade e da inexistência do benefício do direito a greve e suas benesses previstas na constituição, optamos por, além da greve, deliberar coisas como:

Obstrução de via pública e do direito de ir e vir;

E da retirada de carteiras do campus (que eu não caracterizo como depredação do patrimônio público porque não tenho certeza);

E nós (ME) decidimos assim MESMO sabendo que estes atos violam a lei.

Por que isso?

Para tentar apresentar o lado não tão bonito do movimento estudantil.
O lado de quem não se preocupa com o embasamento legal do que faz, e apenas e tão somente com os ideais que acredita.

Que fique claro: As demais discussões não de discutem (?):

É óbvio que eu gostaria de um RU, de Moradia Estudantil,e de uma educação melhor.

Eu me guio pela lei. O Serra decretou, a justiça viu que não é ilegal, ele é o governador, paciência. A maioria o elegeu.
Não há o que vocês possam dizer que mude isso, sem passar pelo tão comentado "Não damos a mínima pras leis".

Aparte a questão ofensiva do andrer (que eu preciso de sexo e esportes), as argumentações, eu tenho deixar claras e sem margem a interpretações dúbias.

Se forem discutir o que eu falei acima, que venham com alguma prerrogativa legal que os dê direito. Se não, nem tentem usar de seus discursos filosóficos, não vai funcionar.

No mais, acredita em mim quem quiser.

Só não digam que a greve é o único caminho porque não é;

Só não digam que ela expressa o desejo da maioria porque não expressa;

Não digam que vocês tem apoio da lei porque não têm;

Irrita quando alguém não concorda com os argumentos de vocês?
Eu estou aqui contra tudo e contra todos, e só me irritei com o comentário impertinente e ridículo do Andrer.

Andre disse...

Olá unespianos,
preciso de um contato urgente para conversar sobre a realização do ato estadual simultaneo da proxima QUINTA dia 21.

vejam o formato do ato relampago em www.contraosdecretos.cjb.net

por favor, alguém que esteja em contato direto com as assembleias me envie o contato para andredalbo@gmail.com

valeu
andré
unicamp

Turollo disse...

Queria convidar o pessoal que discute questões como legitimidade, democracia e legalidade a assistir esse vídeo feito pelos ocupantes da USP, que além de apresentar a ocupação tb mostra a percepção que nós, estudantes do ME atual em São Paulo, temos de tais conceitos e como podem e devem ser discutidos:

http://www.youtube.com/watch?v=iMBg21ioXbA&eurl=http%3A%2F%2Focupacaousp%2Enoblogs%2Eorg%2F

Turollo disse...

Vamos passar essa idéia adiante. Mesmo quem é contra a geve mas é contra os decretos pode faezr parte disso.

http://www.contraosdecretos.cjb.net/

Hyouko disse...

Longe de ter a pretensão de encerrar este debate, que não pretendo definir como pessoal ou não, frútifero ou não, gostaria de, com toda a humildade que me é possível neste momento (pois sabemos que todos sofremos de orgulho e egoísmo em diferentes graus), fazer algumas observações aos pontos apresentados pelo Contra a:

- Você fala em diferentes formas de ação, contudo, será você o primeiro a dizer isso? Será que ninguém, antes de sua pessoa, não teve a idéia de lutar de forma mais pacífica e menos turbulenta? Seria uma idéia muito ingênua acreditar que algumas pessoas deste pequeno blog tenham sido pioneiras neste raciocínio. Então, por que continuamos lutando da pior forma? Através da greve? Na minha opinião, é porque as pessoas que tiveram essas idéias não tiveram a capacidade ou a vontade suficiente para colocá-las em prática. Talvez essas outras idéias ainda sejam inviáveis para nossa imperfeita sociedade.

O Homem, em sua imperfeição, evolui desvendando novas formas de se viver em harmonia, em felicidade. Idéias de solidariedade e respeito mútuo já foram exaustivamente apresentadas e os homens continuam sendo egoístas e orgulhosos.

Eu tenho certeza de que existem muitas formas de se reinvindicar além da greve, muitas descobertas, outra ainda a descobrir. O grande porém, é que talvez ainda não estejamos prontos para elas. O senhor médico ainda, em alguns casos precisa matar a mãe para salvar o bebê, ou o contrário. Mas ainda assim é melhor que deixar os dois morrerem.

Concluo que, talvez, suas idéias sejam proguessistas em relação as utilizadas pelo movimento aqui em Bauru, contudo é este meio que conquistou tantas coisas no passado. Será que estaríamos prontos para salvar a mãe e o bebê?

As conquistas que temos gravadas em nós, quase sempre foram conseguidas após algum sofrimento. Isso é claro para todos. Muitas vezes precisamos nos ferir para realizar metas, mas se você ver, a conquista é geralmente muito maior que o sofrimento que a precediu.

Ao meu ver, e veja que não tenho nenhuma intenção de te depreciar, você tem medo de sofrer para conseguir o que você quer. A greve é um instrumento que fere, mas é o que temos neste momento para nos apoiar. E esse appoio é importantíssimo, pois de boas intenções o mundo está cheio, mas de ações ele carece: o pai que proibi o filho de beber e se estrepa na bebedeira do buteco e tantos outros exemplos que é fácil de trazer à cabeça. Existem tantos 'quases', que quase ajudaram, que quase saíram do papel, que quase mudaram alguma coisa. Essa é minha visão quanto às visões que aparentam proquessistas ao movimento grevista. Dá um medo que você, grande apoiador delas, não esteja lá pra liderar este movimento e nem os outros que o defendem com unhas e dentes. Não seria outro 'quase'?

Será que não é melhor perder o filho ou a mãe, mas ter um deles vivo? Seja a greve o melhor ou não. É um apoio que temos agora. E, se você a ajudasse, contra a, talvez fosse uma ação muito mais concreta que idéias proguessistas das quais ainda não temos qualquer garantia.

Preferi basear meus argumentos no 'coração', por achar que o intelecto está carecendo de instrumentos de resoçução nesta discussão. Desculpe-me se em algum momento faltei com o devido respeito a sua pessoa e peço que reflita no que escrevi, mas antes, seria interessante que deixasse suas armas encostadas em algum lugar, pelo menos enquanto lê.

Muito obrigado, Kasto

Contra A disse...

Camarada... ehehehe...

Apelar pro sentimentalismo é tão válido quanto ver uma mãe desesperada querendo a volta da pena de morte quando um filho é morto. Tal qual aquela mãe do garoto que foi cruelmente arrastado no Rio.

Eu entendo. Realmente entendo.

Como você mesmo diz, as idéias que eu transmito são "avançadas" demais, e não funcionariam numa sociedade imperfeita.

Será que talvez não sejam as idéias que vocês apenas não queiram que sejam cogitadas? Por medo de que, se um dia forem cogitadas, aquela satisfação da luta ganha na "porrada", aquela sensação de dever cumprido, desapareça?

Quando Ghandi fez o que fez, ninguém fez o que ele havia feito. A sociedade era imperfeita. E o governo fazia muito pior do que um decreto.

Estariam vocês dispostos a tentá-las? Com aquela mesma coragem de Ghandi? Ou haveria, em vocês, uma certa covardia, um medo, de partir para novas abordagens?

Por isso eu considero bem diferente, a afirmação de que "tenho medo". Eu não tenho medo de tentar o novo. Tenho medo é que vocês me impeçam de tentar o novo.

Os movimentos baseados nas conquistas do passado tem este problema... A ditadura acabou, e os órfãos das lutas daquela época, ficam sem uma posição definida. Aquela vontade, inerente aos jovens, de mostrar a qualquer custo que quer lutar, do ideal de mudar o mundo, aflora... Só que o mundo mudou muito desde aquela época, como realizar esta abordagem?

Ao optar pelo caminho antigo, pelo caminho mais fácil, pelo caminho da greve, mostra-se a inexperiência e sentimento nostálgico que sobra daquela geração.

O que realmente me deixa perplexo, neste discurso emotivo seu (e apelativo, considero; não difere do que o Ratinho faz na tv, penso eu),
é a despudorada maneira com que você coloca a sí mesmo e a seus companheiros como 'os predestinados a fazer justiça'. Me soa pretensioso ler coisas como "é a única coisa que temos", ou "existem tantos quase"...

Mas, oras... Já não houveram tantas greves, que não acabaram em conquista alguma? E as que acabaram, realmente necessitavam ser greves?

Se é sabido que as greves sempre voltam ou de mãos vazias, ou com conquistas paliativas ou irrelevantes, porque o medo de tentar outra abordagem?

Estariam vocês, querendo serem mártires e deixar seu rosto estampado na memória dos unespianos, ou com vontade de realmente contribuir para um futuro melhor?

Por fim... basear os argumentos no coração, com este tipo de texto, usando a palavra "MEDO", é exatamente aquele usado pelo Serra na campanha eleitoral, quando chamou a Regina Duarte para tentar, baseado na emoção, discutir coisas que não se discute pelo lado emotivo.

Sinceramente, acho este tipo de coisa típica de pessoas imaturas e um golpe realmente baixo. Política não se discute emotivamente.

Abaixo esta greve estúpida, este é o meu apelo.

Loreta disse...

Ouvi dizer q não adianta mto as aulas voltarem agora, pq as férias de julho são obrigatórias. Já as de janeiro não são férias, é considerado um recesso. Portanto, as reposições seriam em janeiro, e não em julho. Isso eu soube de um professor. Alguém sabe me dizer se é verdade?
Um abraço a todos e boa assembléia hj, espero q a greve continue e as pessoas não esqueçam do motivo principal dela: aqueles decretos absurdos.

Ernesto disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
assembleia filosofia disse...

Visita-nos:

http://assembleiafilosofia.blogspot.com/

Davi disse...

Olá!

Parece que a greve está chegando ao final, não é? Acredito que nesta oportunidade muitos discentes puderam se reunir, muita gente que normalmente não tinha contato entre si acabou se mobilizando em conjunto. Claro, nossa busca é pela melhoria do ensino público, pela manifestação dos nossos direitos, pelo nosso respeito. O movimento de Bauru está de parabéns. Gostei muito dos argumentos contra os decretos, em relação a questão da previdência e dos salários. Acho que o caminho é este mesmo, as greves não são reações tão extremas como alguns apontam, mas são um direito nosso, tanto quanto dos professores e dos funcionários. Direito que nos é assegurado pela democracia. Enquanto pensamos, temos o direito de expressar aquilo que gostamos e, neste caso, aquilo que não gostamos e não queremos para o nosso futuro. As conquistas que os alunos terão agora só irão trazer resultados palpáveis para as próximas turmas, para aqueles que virão depois da gente. Isto revela que nossa busca é contínua e transcende as gerações, demanda altruísmo, responsabilidade e o zêlo, para que cada um ajude a cuidar do que é de todos, do que já foi seu e do que pode ser de outro um dia. As pessoas que foram contra a greve não expressaram nenhum argumento consistente, recorreram a referência cruzadas, pouco esclarecedoras, levando diversas discussões para o plano pessoal e não reconheceram elementos fundamentais do ser humano, como as emoções e os nuances culturais do nosso desenvolvimento, isto é, a multiculturalidade. Quero dizer que, somos pessoas de diferentes criações, de universos diferentes, em busca de soluções. Enquanto pudermos apaziguar nossas diferenças e nos manifestar, nos sentiremos vivos. A favor da greve, que este governo corrupto que desmerece nosso voto, sinta nossa mobilização e reconheça os nossos direitos, que não depende apenas de leis escritas mas também consiste naquilo que é certo, que é reto, que é ético. ACIMA O MOVIMENTO ESTUDANTIL!

Juliana disse...

Não poderei estar presente na assembléia de hoje, mas torço sinceramente pela manutenção da greve, para que não fiquemos com aquele sentimento vazio de "paramos 3 semanas para quê? Para voltarmos as aulas agora sem nenhuma garantia ou previsão de mudança? Apenas conscientes de que o ensino público vai sim continuar sendo sucateado e o Sr. Gorvernador atesta isso por meio de decretos que interferem não só na autonomia universitária como no futuro da educação superior pública no Brasil?"
Apoio ao movimento e a manutenção da greve !

Juliana disse...

Não poderei estar presente na assembléia de hoje, mas torço sinceramente pela manutenção da greve, para que não fiquemos com aquele sentimento vazio de "paramos 3 semanas para quê? Para voltarmos as aulas agora sem nenhuma garantia ou previsão de mudança? Apenas conscientes de que o ensino público vai sim continuar sendo sucateado e o Sr. Gorvernador atesta isso por meio de decretos que interferem não só na autonomia universitária como no futuro da educação superior pública no Brasil?"
Apoio ao movimento e a manutenção da greve !

Ju Rio Claro

Julia disse...

QUEREMOS AUUUUUUUUUUUUUUUUULA, ISSO MESMO, AULA!!!esse pessoal q só quer saber de badernar..querem manutenção de greve, pq nem assistir aula eles assistem!! só vão pra falar de greve , reivindicar o kct a 4!

Julia disse...

É, eu fui à assembléia. Chamei o máximo de colegas anti-greve que consegui (a maioria engenheiros, obviamente). Conseguimos 350 votos. A nossa querida Rosa foi hostilizada. Mas não foi o suficiente.