domingo, 17 de junho de 2007

Plenária dos Estudantes da Unesp

Durante o Encontro Nacional da Educação Superior, integrantes de diversos campi da Unesp se reuniram e organizaram uma plenária para organizarem os próximos passos do movimento estudantil da Universidade.

Nessa plenária foram escolhidos os representantes da Unesp para conversarem com o reitor Marcos Macari na segunda-feira. Os escolhidos foram Ludmila (Bauru) e Del (Marília). Os critérios de seleção foram conhecimento técnico (de questões como dados do ICMS, porcentagem que deve ser destinada à assistência estudantil) e experiência.

Também foi decidido que haverá atos em todos os campi da Unesp no dia 21 de junho.

Os estudantes também contaram como anda o quadro de mobilização nas Unesps por todo o Estado.

Confira, no lado direito da página, os blogs de alguns campi da Unesp que estão em greve e/ou ocupados.

6 comentários:

Jeferson disse...

Se Greve não é férias, aula nas férias é o que? O que seria desse movimento se não fosse a ocupação da USP? Não seria mais uma greve longa e sem nenhuma reivindicação atendida? Pois foi em São Paulo que ocorreu a maior repecursão. O que deveria acontecer, sem precisar de paralisação eram passeatas por Bauru para, ai sim, ter a midia como nossa arma. Não, como estar acontecendo , ter uma escrita no rodapé do Jornal da Cidade.

Alberto disse...

Caro "Jeferson",
Concordo quando você diz que a ocupação da reitoria da USP teve uma grande repercussão na mídia e que sem ela talvez a história fosse diferente.
Mas creio ser ingenuidade achar que apenas com passeatas (sem greve ou paralisações) iríamos conseguir o que já é difícil adquirir com medidas mais drásticas.

Outra coisa: creio que você não está acompanhando o Jornal da Cidade. Eles têm feito ampla cobertura da nossa greve, inclusive com matérias principais de capa. Eles estão cobrindo como poucos órgão midiáticos estão fazendo.

Jeferson disse...

Mas eu gostaria de saber quem,além dos alunos, a greve prejudica? Pois acho que como sempre essa greve vai ser vencida pelo cansaço.

Borges B.O. disse...

jeferson: a greve prejudica sim os alunos, parar com as atividades academicas nao é bom para ninguem , porém encare isto como um mal necessario. Quantos daqueles alunos que não voltam para casa na greve você acha que estao felizes com a greve? c fazem greve é por uma causa maior do que o simples fato de ter aula. eles lutam pela educação que vem a anos sendo "reformada" a privilegio da privatização.

A Universidade é um espaço de aprendizado e crescimento do ser humando e nao pode ser só vista como fomração de FERRAMENTAS para o mercado de trabalho. Esses alunos lutam tabém, junto com funcionarios, pela melhoria das condiçoes destes, se você acompanhar as assmbleias voce perceberá que funcionarios ( excenciais para que você tenha suas aulas)estão revoltados com o que recebem.

Finalmente respondo sua pergunta:a greve prejudica o proprio estado, é com a greve que o pais olha para seu governante e percebe que ele não está em harmonia com determinada camada social( no caso a universidade). as greve é nossa maior arma de reivindicação e, juntamente com os atos e passeatas que voê sugere, que ela chama a atençao da midia e do pais..

desculpe pela sinceridade Jeferson, mais quando as 3 universidades publicas paulista entram em greve juntamente com outors estados, algo deve estar errado não é?

Guilherme disse...

Mas peraí, só uma coisa...
Respondam-me seriamente...
Se greve não é férias, o que estou fazendo na Bahia????

Comissão de Comunicação/ Imprensa disse...

Como vocês sabem, a mobilização estudantil continua em Araraquara!
Estamos fazendo o possível para manter esse quadro, pois cremos que só a revogação completa dos Decretos garatem alguma Autonomia as Universidades!

Infelizmente o Golpe que os docentes apicaram significa um retrocesso na luta unificada entre as categorias. Resta-nos agora lutar para manter a unidade do movimento estudantil estadualmente. É com alegria que recebi as notícias de Ocupação na Unicamp e na USP São Carlos! :)