sábado, 16 de junho de 2007

Não haverá aula!!!

Alguns professores estão confundindo os seus alunos espalhando boatos de que as aulas voltam nesta segunda, ISSO É MENTIRA. Não levem em consideração comunicações como está abaixo:

"Caros alunos.
Comunico a voces a retomada das aulas e fim da GREVE. Com isso convoco voces para assistirem a aula teórica de Programação de Fresadora CNC no dia 18/6/07 as 19:00h no Laboratório de CNC.(horario reservado para as turmas A e B). Peço também para voces agendarem a partir de 2ª feira dia 18/6/07 a realização das engrenagens helicoidais com o Rodrigo ou Cristiano.
Prof. Ivaldo"

Atenção colegas, informações como esta acima não são verdadeiras. Os três diretores reconhecem a legitimidade da greve, com isso, os professores que derem aula nesse período não podem contar falta, cobrar trabalho ou aplicar prova, além disso, eles terão que repor as aulas ministradas durante a greve.

Se o seu professor estiver furando a greve, envie e-mail para o Geve Não é Férias, o comando de greve irá conversar com ele.

A greve continua até a revogação dos decretos!!!

84 comentários:

Contra A disse...

Semana que vem não vou mais pra Bahia em férias.

Vou passar uma temporada no mais novo resort de São Paulo, a Reitoria da USP.

Vocês iam querer ocupar este também?

Eu ia colar um link sobre a questão turística da reitoria, mas, era da agência estado, e alguém ia, óbviamente, se aproveitar pra descaracterizar.

Alunos divididos quanto à ocupação da reitoria, advindo da revista "Carta Capital".

A ditadura acabou, mas a criatividade pras siglas dos movimentos não:

De acordo com ele, estudantes e funcionários filiados ao PSTU e ao PCO se auto-intitulam Liga Estratégica Revolucionária Quarta Internacional.

gazaga disse...

VENHAM TODOS SEGUNDA FEIRA PRA AULA.....VAMOS TER AULA INDEPENDENTE DE TUDO..VENHAM PARA BAURU

Emi disse...

Venham todos para bauru e tenham aulas independentes que terão que ser repostas pois foram dadas em perídodo de greve,de estudantes e de professores!

Ou venham todos pra bauru e não tenham aula nenhuma, viajem à toa, já que não partcipam de nada mesmo, saiam da casa da mamãe e venham pra bauru dar com a cara na porta!

gazaga disse...

faac é faac ....jumento burro....viagem é com g e nao com j!!!!! jegue

burro...faac..........2 por vaga.....jumento

disse...

Por que esse gazaga não se identifica? Não fala seu nome, que curso faz e tal? Acho que por não se identificar ele prova que, como alguns professores, apenas quer tumultuar o movimento...

Gabriel Ruiz disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Gabriel Ruiz disse...

Nossa o negócio está ficando ótimo, estratégia revolucionária quarta internacional. Chama esses caras pra fazer um GD conosco, seria interessante.

Outra coisa. Aproveito para agradecer os maravilhos comentários de "gazag". Eles tem diso de suma importância para os que acessam e lêem este blogue.

E finalmente, agradeço a iniciativa do blogue no trabalho para ajudar a esclarecer dúvidas importantes do interesse estudantil.

ótima semana pra todos.

Gabriel Ruiz disse...

Corringindo na quinta linha, para não dar brecha à certos tipos, o certo é "Eles têm sido de suma ..."

Alberto disse...

Desde que a greve começou, o blog Greve Não É Férias informa sobre o que está acontecendo nas negociações com o governador, com os reitores e com os diretores do nosso campus.

Na época em que o boato de que as aulas voltariam no dia 13 de junho, o blog foi o primeiro a dizer que isso não aconteceria. Muitos alunos contrários à greve falaram que "não, meu professor disse que iria ter aula". Na qurta-feira, pouquíssimos professores tentaram dar aula e os que começaram foram interrompidos pelo comando de greve.

Os próprios diretores das 3 faculdades mandaram e-mails a seus alunos informando-os que poderiam ter mais informações acessando o Greve Não É Férias.

Portanto, o blog já adquiriu um nível de credibilidade muito alto. Quem quiser acreditar que haverá aula na segunda-feira, pense duas vezes e não reclame caso bata com a cara no portão.

Vanessa Russell disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Vanessa Russell disse...

Vou postar um trecho de uma entrevista concedida ao Estado de SP pelo filósofo Roberto Romano da Unicamp que expressa de alguma forma a minha própria preocupação:

" Esse momento muito heterogêneo de discussão seria uma oportunidade para propor uma debate sobre a regulamentação?

Está na hora de o governo reunir representantes dos três poderes e chamar universidades, especialistas em ciência e tecnologia para elaborar um plano com base em estudos jurídicos. Se vão abrir um clube, fazem estudos jurídicos, discutem com a sociedade. Agora, para uma coisa tão séria quanto a autonomia das universidades, ou se discute em praça pública ou fechado em gabinetes.

Existe também o fato de outras reivindicações entrarem no protesto de alunos, professores e funcionários.

"Um elemento que me deixa muito irritado é o oportunismo de alguns setores. Autonomia é uma coisa gravíssima, política, social, científica e tecnológica. Não dá para misturar com 3% de aumento. É oportunismo atroz. Parece que está se comparando autonomia com aporte de R$ 200 nos salários. Se a gente diz que o governo está errado, você é elogiado. Se fala que os reitores estão errados, aí é vaiado.

Por que expressa minha preocupação? Porque o Serra num ato estratégico ofereceu um reajuste qualquer e os professores esvaziaram a greve... a discussão principal e mais importante e imediata, foi jogada para escanteio...

Quem quiser ler na íntegra a entrevista: http://txt.estado.com.br/editorias/2007/05/28/ger-1.93.7.20070528.7.1.xml

Contra A disse...

Portanto, o blog já adquiriu um nível de credibilidade muito alto.

Acabei de, em outro post, ver uma moça dizendo que, TALVEZ (leiam TALVEZ, não CERTEZA, já que o blog não teve direito de resposta),CERTAS COISAS POSTADAS AQUI NÃO TENHAM SIDO VERDADEIRAS.

POST EM QUESTÃO, VEJAM OS COMENTÁRIOS

Polly disse: Mas eu tenho uma dúvida: eu acho q não foi deliberado em Assembleia os piquetes... pelos menos eu estive nelas e não me lembro de ter votado isso... lembro da panfletagem e da continuação da paralização, além dos apoios às greves dos professores e funcionarios... será que teve mesmo essa votação e eu não lembro?

Oriundo do que o blog disse, NESTE POST:

Foi deliberado:
Panfletagem na porta da Unesp no dia 13 de junho

seguida de atos em defesa da greve (impedir a entrada de carros no campus, retirada das cadeiras da sala de aula);


Pergunto, novamente:

ISSO PROCEDE ? O BLOG ESTÁ MENTINDO?

Ai, meu camarada... A credibilidade desse negócio aqui foi-se.
Blog Marcos Valério.

Contra A disse...

Venham todos para bauru e tenham aulas independentes que terão que ser repostas pois foram dadas em perídodo de greve,de estudantes e de professores!

Os professores ainda estão oficialmente em greve.
Aguardem o final da greve dos professores.

Assim que a greve dos professores acabar, voltem que haverá aula sim.

Greve de aluno não existe, logo, se você não voltar, não haverá reposição prevista, e vai tomar falta pra cabeça.

Não acredite na desinformação e no jogo político revolucionário. Assim que a greve dos professores acabar, a greve acabou.

Contra A disse...

E outra:

A greve continua até a revogação dos decretos!!!

Quem é a Mãe Dinah que está prevendo isso?

Na melhor das hipóteses, comentário irresponsável e absolutamente parcial.

Se os reitores estão indicando este veículo tendencioso como informação, estão cometendo um desatino.

E gostaria de mais informações sobre o "Movimento Unificado".
Tenho a pequena impressão que isso é uma armadilha jurídica.

disse...

Acho que não convém neste momento falar em greve de professores, greve de funcionários e greve de estudantes. A nossa greve é unificada. Os professores só voltarão quando as três categorias - docentes, funcionários e estudantes - estiverem de acordo, ou seja, quando as reivindicações em comum forem atendidas. Com isto, entenda-se: revogação dos decretos.

Se você acessa esse blog só para saber se as aulas voltaram ou se a greve continua, faça melhor: assista aos noticiários e leia os jornais (mesmo os mais manipulados), e quando eles noticiarem que o Serra revogou os decretos, então podem voltar.

Entretanto, este blog não é só para informar se a greve continua ou permanece. É uma forma de passar a todos o que está acontecendo, o que estamos fazendo, as dicussões que têm sido levantadas, o que se tem deliberado. Este blog é uma forma de levar para aqueles que estão longe, o que está acontecendo e, além de tudo isso, é um convite para vir participar conosco.

Você concorda com o que está lendo/acontecendo? Então venha para o campus, gaste sim um dinheirinho e venha da sua cidade para Bauru, vamos discutir, vamos participar, vamos pelo menos uma vez tentar fazer alguma coisa diferente para ver no que vai dar. Porque vontade de fazer melhor todo mundo tem.

Você não concorda com o que está lendo/acontecendo? Então venha para o campus, participe das discussões e coloque o seu ponto de vista. Aposto que você deve ter bons argumentos; pois nós temos também. Ao invés de fazermos ofensas via internet, vamos dialogar pessoalmente, só assim conseguimos convencer alguém de nossas idéias - através do diálogo.

Vamos nos movimentar para que nossos pensamentos possam movimentar-se também.

Ju
DACeL

euodeioafaac disse...

cala boca moça!!!!!! vai lavar prato

Kpta disse...

Ai, no site da folha na parte de educacao, tem uma enquete
http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/

"A Justiça determinou no dia 16 de maio a reintegração de posse da reitoria da USP, ocupada por alunos desde o dia 3. A reitora, Suely Vilela, deu prazo até a 0h do dia 22 para que os estudantes deixassem o prédio pacificamente, mas eles não obedeceram e disseram que resistirão caso a Polícia Militar tente retirá-los. Você concorda com o uso da força para a retirada dos estudantes?

Sim. A decisão da Justiça deve ser cumprida mesmo se os estudantes não concordarem e não estiverem dispostos a colaborar
58%
8875 votos

Não. Os estudantes realizam um protesto legítimo. O uso da força nesse caso é um exagero
42%
6550 votos
"

Ou seja, esta ganhando o nao, podia por uma propaganda ai no blog pra virarmos, nao eh nada de mais, mas eh um item pra folha nao publicar no jornal qqer dia

"populacao é a favor do uso da força, mas policia nao faz nada"


então seria legal nao dar motivos!

Greve Não É Férias disse...

Caro "Contra a",
Você pegou um comentário de uma pessoa e considerou que ela estava totalmente certa, sem sequer ter consultado o movimento ou o blog. Você disse que o blog não tem credibilidade e é "Marcos Valério".

Mas, na assembléia estudantil, realizada no dia 11 de junho, as medidas que foram deliberadas foram EXATAMENTE IGUAIS ÀS QUE ESTE BLOG POSTOU e que você também publicou em seu comentário, ou seja, panfletagem, piquete dos portões e cadeiraço.

Pergunte a outras pessoas que estavam presentes na assembléia estudantil ou vá até a faculdade para verificar a ata da assembléia (fale com DAFAE, DACEL e DADICA, pois havia um representante de cada DA na mesa), antes de dizer que a credibilidade do blog já era.

Abraço

Contra A disse...

Acho que não convém neste momento falar em greve de professores, greve de funcionários e greve de estudantes. A nossa greve é unificada. Os professores só voltarão quando as três categorias - docentes, funcionários e estudantes - estiverem de acordo, ou seja, quando as reivindicações em comum forem atendidas.

Vocês, estudantes da assembléia, tem poder de voto quando a questão se tange a Greve?

Se têm, esta "assembléia unificada" é ilegal. Vocês não podem estar decidindo sobre a greve dos outros.

Contra A disse...

Você pegou um comentário de uma pessoa e considerou que ela estava totalmente certa, sem sequer ter consultado o movimento ou o blog. Você disse que o blog não tem credibilidade e é "Marcos Valério".

Pontos:

1- Leia totalmente meus comentários, e preste atenção principalmente a parte do (leiam TALVEZ, não CERTEZA, já que o blog não teve direito de resposta).
Fui bem cuidadoso neste aspecto.

Mas, na assembléia estudantil, realizada no dia 11 de junho, as medidas que foram deliberadas foram EXATAMENTE IGUAIS ÀS QUE ESTE BLOG POSTOU e que você também publicou em seu comentário, ou seja, panfletagem, piquete dos portões e cadeiraço.

Não é bom saber que a assembléia estudantil deliberou atos criminosos. Pergunta pessoal: Você, responsável pelo blog, não se pergunta se é legal partir pro crime independente de vocês terem razão ou não?

Por que, a idéia que passam, é de que não se importam. Sério. Esta ata da assembléia vai ser o documento que vai invalidá-la, juridicamente. Eu, como aluno, como representado, como cidadão, não aceito que a filosofia do "pode tudo, porque aqui no país há impunidade", seja exercida por vocês.

MAS, o ímpeto criminoso de vocês me assusta. Temo pela minha segurança se aparecer pessoalmente. Não adianta convidar-me. Com postura criminosa, eu não compareço.

Mas, que fique claro que vocês estão agindo à margem da lei. E que se orgulham disso, ao que parece.

A.Cerri disse...

"Contra a"...
Você não foi bem cuidadoso apenas porque disse um TALVEZ. Em toda a contrução do seu texto, você disse que o blog não tinha credibilidade e não esperou o "direito de resposta":

Ai, meu camarada... A credibilidade desse negócio aqui foi-se.

Foi essa a frase que você disse. Ela não foi nada democrática.

Com relação ao "ímpeto criminoso", eu não quero entrar no mérito da questão. Gostaria de dizer que você tem uma ótima retórica e que quase me convenceu de que o movimento estudantil é uma coisa criminosa.
Barrar os portões dos carros e tirar as cadeiras para fora das salas de aula é algo comparável a um assassinato. Talvez estejamos na mira da PF.

Outra coisa: o que você acha dos decretos?

Abraço

Julia disse...

Barrar os portões dos carros e tirar as cadeiras para fora das salas de aula é algo comparável a um assassinato.

Um ato ilegal é um ato ilegal, independentemente de sua gravidade. Se alguém impedir a entrada de um carro na Unesp para protestar está ferindo o direito de ir e vir do dono do automóvel, por mais justo e louvável que seja o protesto (não acho que seja o caso aqui). Creio que foi isso que o Contra tentou expor em seus posts anteriores e que foi distorcido pelo relativismo esquerdopata ds piqueteiros de plantão.

danielesilva166 disse...

"Um ato ilegal é um ato ilegal, independentemente de sua gravidade. Se alguém impedir a entrada de um carro na Unesp para protestar está ferindo o direito de ir e vir do dono do automóvel, por mais justo e louvável que seja o protesto (não acho que seja o caso aqui). Creio que foi isso que o Contra tentou expor em seus posts anteriores e que foi distorcido pelo relativismo esquerdopata ds piqueteiros de plantão."

Julia,vc acredita ser ilegal o ato de fechar os portões mas TODOS podiam entrar aquele dia, era só deixar o carro e entrar! E só foi feito isso porque do contrário acontecem coisas como as recentes de quererem atropelar pessoas, gestos obscenos... sendo que as pessoas que estavam nos portões só queriam entregar um panfleto!
E falando em direitos vc já pensou nos direitos de um ensino superior de qualidade, com condições de TODOS terminarem seus cursos? Muitos vieram de longe e não têm como se manterem em Bauru,estudaram sempre em escola pública, pagam aluguel, estão vivendo com 200 reais ou menos por mês, precisam andar 1 hora pra chegar à UNESP pra não pagar esse absurdo do ônibus!
Não temos MORADIA, RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO, MEIO PASSE, além das diversas dificuldades de cada curso como o LABORATÓRIO DE BIOLOGIA e vc vem me falar em ferir direitos? Eu tenho certeza que nossos motivos são justos para fazer coisas até maiores e não somente trancaço, cadeiraço...

Ana Bia disse...

eu concordo com a danielesilva166 jah q somos um pais subdesenvolvidos e a maioria das pessoas q estudam na unesp (PÚBLICA) precisam d melhores condiçoes... entao julia largue a mao de olhar só para vc e pense + nos outros.....

Contra A disse...

Foi essa a frase que você disse. Ela não foi nada democrática.

Pergunto, novamente:

ISSO PROCEDE ? O BLOG ESTÁ MENTINDO?

Ai, meu camarada... A credibilidade desse negócio aqui foi-se.


As únicas desculpas que você pode usar, por dizer isso:

1 - Nem lí tudo que esse cara disse, mas já saí dizendo o que eu acho;

2 - Eu li "AI" de dor, e não "AÍ",
indicando uma complementação da pergunta anterior;

3 - Não fiz a devida interpretação de texto;

4 - Fiz isso de propósito.

Fica a seu cargo dizer porque fez esta afirmação.

Contra A disse...

Com relação ao "ímpeto criminoso", eu não quero entrar no mérito da questão. Gostaria de dizer que você tem uma ótima retórica e que quase me convenceu de que o movimento estudantil é uma coisa criminosa.

O movimento estudantil não é criminoso, e eu não disse isso;
As deliberações que ele anda tomando É. Gostaria de ouvir de vocês uma justificativa de porque elas não são.

OU, o que eu estou querendo:

Ouvir por A+B que vocês não dão a mínima se é criminoso ou não, contanto que vocês cheguem nos seus objetivos. Pouco importa se pode ou não, que se dane; "a gente" faz assim mesmo.

Só pra poder traçar um paralelo com o que o governo militar fazia na ditadura...

Casa de ferreiro, espeto de pau.
Ditadura do proletariado.

Contra A disse...

Creio que foi isso que o Contra tentou expor em seus posts anteriores e que foi distorcido pelo relativismo esquerdopata ds piqueteiros de plantão.

Boa essa ! Relativismo esquerdopata.
Pode se for o que a gente quer, não pode se for o que a direita quer.
O que fazemos sempre pode, porque nossos ideais são nobres; O que a direita faz é sempre em busca de mais dinheiro e poder.

Julia,vc acredita ser ilegal o ato de fechar os portões mas TODOS podiam entrar aquele dia, era só deixar o carro e entrar! E só foi feito isso porque do contrário acontecem coisas como as recentes de quererem atropelar pessoas, gestos obscenos... sendo que as pessoas que estavam nos portões só queriam entregar um panfleto!

VEJA SÒ!

Já que eles não querem receber meu panfleto, nós podemos ficar na frente do carro dele e obrigar que ele receba, não é mesmo?

Vocês cada vez me assustam mais... que moral distorcida é essa...

CHEGA desta filosofia esquerdista de querer fantasiar de defesa da liberdade um pensamento autoritário como este...

Se eu não quiser pegar o panfleto, dane-se! Ninguém pode me obrigar!
Nem ficar na minha frente!

O pátio dos carros é público, eu posso entrar lá com o carro que eu quiser, a hora que eu quiser, e ninguém venha me dizer que eu sou obrigado a pegar o bendito panfleto!

Eu tenho certeza que nossos motivos são justos para fazer coisas até maiores e não somente trancaço, cadeiraço...

É o primeiro passo pra justiça com as próprias mãos, código de hamurabi, para a decapitação dos 3 poderes...

Eu sou um cidadão, que respeita a lei, e preza sempre pela democracia, custe o que custar.

Até agora, eu só estou vendo gente aqui dizer "Ah, a gente desrespeita a lei mesmo, tudo em nome da injustiça que nós estamos sofrendo"...

Um moleque de rua vem e bate tua carteira.

Seguindo seu pensamento, a culpa não é dele, já que ele é uma vítima do caos social que o país se encontra, causado pela burguesia (da qual nós fazemos parte)...

Eu nem ligaria pra isso se eu estivesse vendo o Rui Costa Pimenta falando horário político do PCO;
Mas quando os universitários começam a dizer estas coisas, vislumbro um futuro negro pra este país.

Carol disse...

Para Contra e Júlia

Só para acrescentar alguns pontos ao que a Ju e o Daniel já colocaram, gostaria de dizer que o primeiro ato ilegal foi conferido pelo "nosso" governador, que feriu o artigo 206 da constituição, negando autonomia às universidades públicas. Quando um governo "democrático" viola os direitos do cidadão, ele legitima manifestações pacíficas, como cadeiraço, piquete e ocupações, que, de maneira nenhuma, são atos criminosos.

Além disso, a única coisa realizada pelo movimento unificado de greve, foi o diálogo com as pessoas que queriam entrar no campus, a passagem não foi impedida. Ao contrário do que aconteceu em São Paulo, quando o governador impediu a passagem dos estudantes com a tropa de choque da polícia e muito gás de pimenta.

Onde está o direito de ir e vir Júlia? Onde está a ditadura contra a?

Qual a opinião de vocês? Como podemos manifestar nosso repúdio às políticas de José Serra? Ou vocês concordam com elas? Conversar com os estudantes o governador já mostrou que não vai...


Para Informar e se Indignar:

Os alunos da USP de São Carlos que necessitam de bolsa-auxílio do governo para poderem estudar estão sem recebê-las desde o início da ocupação da Reitoria da USP em São Paulo. A justificativa do Governo é que com a invasão não é possível o repasse de verbas. No entanto, os alunos bolsistas acreditam em retaliação do governo. Isso é no mínimo mais um dos absurdos de José Serra. Aonde está a legalidade das ações e acima de tudo a ética?

Contra A disse...

Outra coisa: o que você acha dos decretos?

Acho que eles não representam problema algum a autonomia universitária.

A interpretação errônea feita de início, por uma má elaboração dos mesmos, culminou nisso tudo que vemos aqui.

O Serra então, fez um decreto declaratório, explicando quando e como o decreto NÃO fere a autonomia universitária. Traz sim, a transparência adequada no trato com a coisa pública.

Eu pago impostos, e gosto de ver as universidades prestando contas do que fazem.

Isso é bem claro, nos textos originais dos decretos (não nas interpretações absurdas que sites de esquerda fazem deles)

TEXTO ORIGINAL DO DECRETO DECLARATÓRIO

Sobre a situação que gira em torno de algo tão óbvio, só posso fazerum julgamento:

A pessoa que lê estes decretos, e consegue interpretá-los corretamente, ou não está agindo de má fé, ou não está deixando sua posição política e questões pessoas interferirem no julgamento, vão, sem sombra de dúvida, entender que, com este decreto declaratório, fica claro que o Serra não feriu nem ameaçou sequer a autonomia universitária.

Pessoalmente, eu vejo no movimento estudantil que se apóia nisso, e tão somente nisso, um grau de hipocrisia singular.

Não se trata dos decretos. Não se trata da universidade. Se trata de uma oportunidade de protestar, da "ideologia pra viver", que dizia cazuza.

Neo hippies. Sem o embasamento da década de 70, sem uma ditadura pra protestar. Uma esquerda radical, que procura sua revolução, como um náufrago sedento procura terra.

Sem contar o óbvio interesse político da esquerda nessa baderna toda, claro.

Considerando que as demais reivindicações são passíveis de outra forma de protesto, que não a "greve", vejo no movimento de vocês um oportunismo ímpar, uma licença poética perigosa...

Vocês são os órfãos da ditadura.
Tal qual os 300 invasores da usp são os órfãos da tropa de choque.
Implorando pra que ela invada, machuque... só pela oportunidade de se fazerem de oprimidos e justificar a fraqueza moral.

Contra A disse...

gostaria de dizer que o primeiro ato ilegal foi conferido pelo "nosso" governador, que feriu o artigo 206 da constituição, negando autonomia às universidades públicas.

Ilusão. Se o decreto tivesse ferido a constituição, teria sido revogado faz tempo. Mas claro, você poderia nos apontar AONDE, no decreto, explicado depois pelo declaratório, o Serra feriu a constituição.

Porque eu suponho que você não tenha ouvido falar; tenta visto a constituição e o decreto; tenha visto as incongruências e possa apontá-las, pra não ficar o "dito pelo não dito".

Quando um governo "democrático" viola os direitos do cidadão, ele legitima manifestações pacíficas, como cadeiraço, piquete e ocupações, que, de maneira nenhuma, são atos criminosos.

Ele não violou direito algum, nem legitima nada. A menos que você seja capaz de provar juridicamente isto.

E mesmo que tenha violado, não é passaporte pro crime. Há a justiça pra isso. Entrem com uma ação pedindo a anulação. Se a justiça assim decidir, ele será anulado.
Se não, você abaixa a cabeça (ou opta pela criminalidade, você quem sabe), porque vivemos num país democrático e a justiça é soberana.

Não gostou? Vote certo nas próximas eleições.

Além disso, a única coisa realizada pelo movimento unificado de greve, foi o diálogo com as pessoas que queriam entrar no campus, a passagem não foi impedida.

Porque não havia quem quisesse furar a greve. Isso foi deliberado em assembléia, o blog confirmou, portanto, sem essa. A assembléia deliberou pela desobediência civil, o primeiro passo para a barbárie.

Ao contrário do que aconteceu em São Paulo, quando o governador impediu a passagem dos estudantes com a tropa de choque da polícia e muito gás de pimenta.

Oooh. Coitadinhos...

Ele impediu a entrada dos estudantes em um prédio público fechado; prédio no qual era público que os estudantes queriam invadir;

E restringiu a passeata dos estudantes a locais específicos da rua, para minimizar o estrago hediondo que foi feito no trânsito da cidade caótica de São Paulo.

Independente do egoísmo dos manifestantes, que não dâo a mínima pra como milhões de trabalhadores honestos e cansados vão chegar em casa 5 horas depois devido ao trânsito, a polícia trabalhou perfeitamente nesta manifestação.

Sem essa de se fazerem de vítima.

Espero ter respondido "aonde está a ditadura".

Polícia não é sinônimo de truculência; é a corporação que defende a ordem pública. E está treinada pra pensar no bem comum, não pra levar em conta pensamentos esquerdistas que acham justificável invadir qualquer prédio público porque querem derrubar um decreto.

Giovanni disse...

A criminalização de qualquer movimento social já é uma regra para o poder governamental.

E infelizmente há pessoas que acreditam que atitudes legítimas decididas em uma assembléia que realmente contempla a democracia direta esteja decidindo por crimes e reiteram essa postura conservadora.

Se os três poderes são citados como os provedores da ordem e do progresso nesse país, espero então, que eles não cometam crimes como as corrupções inúmeras do executivo, legislativo e judiciário, assim como seus corruptores; organizações não governamentais, laranjas, empresas fantasma, entre outros.

Quem comete um crime é o governo que tira o direito a uma educação de qualidade, que aplica reformas absurdas em relação à previdência, universidade, trabalhismo, e rouba o dinheiro dos impostos que todos pagamos para bancar Valeriodutos, Sanguessugas, Bingos, Navalhas, Privatização de Grandes Empresas Públicas e Universidades.

Aqui não cometemos crimes, aqui dicutimos, deliberamos, e, sobretudo, agimos racionalmente. Se essas ações não comtemplam os seus objetivos, convido para que proponha novas movimentações e colabore para esse movimento apartidário, independente, que tem um canal de comunicação com a comunidade universitária e procura, todos os dias, mostrar o valor de uma greve como instrumento legítimo de manifestação.

Contra A disse...

A criminalização de qualquer movimento social já é uma regra para o poder governamental.

É uma ótima desculpa. Cometer crimes e botar a culpa no governo eleito democraticamente.

E infelizmente há pessoas que acreditam que atitudes legítimas decididas em uma assembléia que realmente contempla a democracia direta esteja decidindo por crimes e reiteram essa postura conservadora.

Amigo, com todo respeito, deixe de verborragia. A assembléia decidiu pela desobediência civil; teve a intenção de ir contra o direito e ir e vir, e quis macular o patrimônio público. Isso é FATO, o blog confirmou. Não sei até onde vá a moral elástica de vocês, mas, crime é crime, e impedir o direito de ir e vir é crime, aqui onde eu vivo, fora da pstulândia.

Não há nada de conservador em querer que as leis sejam cumpridas. Há muito de responsável nisso.

Se os três poderes são citados como os provedores da ordem e do progresso nesse país, espero então, que eles não cometam crimes como as corrupções inúmeras do executivo, legislativo e judiciário, assim como seus corruptores; organizações não governamentais, laranjas, empresas fantasma, entre outros.

Que pena que o Zé Maria não ganhou e instaurou o comunismo, não é mesmo.

Novidade: governo eleito democraticamente. Não gosta das atitudes dele? Eleja outro.

O que em, hipótese alguma, justifica a moral elástica do "se o governo peca, eu posso pecar também".

Honestidade não depende de ninguém. Depende só de você.
As atitudes dos outros não deliberam a sua.

Se essas ações não comtemplam os seus objetivos, convido para que proponha novas movimentações e colabore para esse movimento apartidário, independente, que tem um canal de comunicação com a comunidade universitária e procura, todos os dias, mostrar o valor de uma greve como instrumento legítimo de manifestação.

Greve de estudantes não existe;
Vocês deliberam crimes.
Não há canal de comunicação algum; há os bravos 186 de esparta lutando contra os moinhos de vento neoliberais e assassinos.

O que eu "gosto" de ver é isso. Desculpas esfarrapadas pra justificar o intuito da desobediência civil pregado pelos partidos de extrema esquerda.

Giovanni disse...

Em primeiro lugar, não era cogitada, no dia 31 de maio, a possibilidade de ocupar o Palácio dos Bandeirantes, e sim ficar à frente do Palácio e continuar o protesto.

Em segundo lugar, a polícia não é um instrumento utilizado para manter a ordem. Ela é um instrumento manipulado pelo poder executivo para tomar medidas irresponsáveis em relação aos movimentos sociais, que se mantém atentos à utilização legítima do espaço público para a manifestação mas continuam sendo considerados criminosos por serem contra a ordem estabelecida.

Dúvidas maiores sobre o trânsito no dia, consulte o documentário Coletivo Urbano(disponível neste blog), na fala do representante da Companhia de Engenharia de Tráfego(CET) de São Paulo.

Peço o favor de desobediência civil não ser confundida com bagunça, desordem ou mesmo barbárie.

Barbárie é o que aconteceria na sexta-feira, dia 15 último, se houvesse confronto entre policiais e manifestantes, em que os primeiros, despreparados para o ato, portavam armas com munição letal.

Barbárie é uma aluna de Arquitetura da UNESP de Bauru ter de voltar pára a casa dos pais e desistir do curso porque não tem mais como se sustentar na universidade, porque esta não lhe provém bolsas suficientes para seus estudos e pesquisas, além das contínuas contas, alimentações, aluguéis, etc.

Barbárie é continuar acomodado enquanto nosso espaço de discussão e decisão sobre a universidade vem sendo derrubado por decretos, no âmbito estadual, e medidas provisórias, no âmbito federal.

Onde está a nossa representatividade!? Que democracia é essa que defende!?
A democracia não se restringe só a uma eleição, a um referendo, a um plesbicito. Não é só pensando em quem vou votar nas próximas eleições que exercerei meu direito como membro de uma democracia.
E não é porque vivo nessa democracia que tenho de achar que as leis feitas pelas e para as classes mais altas de nossa sociedade sejam justas e é por elas unicamente que eu desenvolva o processo de mudança em meu país.

A argumentação da ordem, da lei, e da justiça, esquece-se de como existe a importância de um movimento que desenvolva a idéia de democracia verdadeira, da participação popular, da desobediência civil e não da lei do mais forte, da lei que favorece interesses de grandes corporações empresariais, políticos e juízes corruptos.
Não fazemos uma lei, desenvolvemos uma resposta alternativa a essa lei que atrapalha o andamento da mudança nesse país.

Giovanni disse...

Não sou do PSTU, nem de nenhum outro partido.

A sua democracia não é um valor universal. E a minha noção desse conceito ainda muito mal interpretado pela maioria das pessoas não tange com suas "intenções honestas democráticas".

A greve dos estudantes existe sim, tanto que foi ela que impulsionou os professores a unificarem o movimento. Além disso, é constitucional. Leia a constituição! Ela é um importante meio "legal" não!?

Não somos os 186 de Esparta contra os Moinhos, somos os representantes de mais de 4000 estudantes da UNESP de Bauru contra o Governo que nos oprime e nos rebaixa sob sua legislação intervencionista.


Não confunda o crime com a nossa honestidade. Honestidade de pessoas que estão no último ano mas não se preocupam só com a sua formatura, mas com a melhoria da qualidade da sua universidade.
De quem está no primeiro e enxerga esperança de constituir um movimento verdadeiro e coletivo.
De quem faz parte de todos os anos e todos os cursos desta universidade e participa todos os dias das atividades que esta greve promove.

É um momento de luta, de reflexão, e, acima de tudo, de exercer os verdadeiros direitos e deveres democráticos. O direito e o dever de se manifestar, de discutir, e, acima de tudo, de promover as mudanças.

É pensar a médio e longo prazo, de não utilizar da intransigência burocrática legalista, de se fazer democracia enquanto representação do espaço público.

Contra A disse...

Em primeiro lugar, não era cogitada, no dia 31 de maio, a possibilidade de ocupar o Palácio dos Bandeirantes, e sim ficar à frente do Palácio e continuar o protesto.

Falo do "ato pela educação",e o prédio citado é o da Sesu.

Foi cogitada a ocupação e há esta citação no próprio blog. Informações que ela só não ocorreu porque "é loucura enfrentar a polícia".

Uma ocupação do Palácio dos Bandeirantes é algo que nenhum estudante nem seria louco de cogitar. Certamente eles não sairiam ilesos de lá.

Em segundo lugar, a polícia não é um instrumento utilizado para manter a ordem. Ela é um instrumento manipulado pelo poder executivo para tomar medidas irresponsáveis em relação aos movimentos sociais, que se mantém atentos à utilização legítima do espaço público para a manifestação mas continuam sendo considerados criminosos por serem contra a ordem estabelecida.

Coloque um adendo a sua frase. um SEGUNDO EU, a polícia não é... seria válido.

A razão oficial da polícia existir não é, nem chega perto, desta sua afirmação apaixonada. Não seja leviano. Isso é uma opinião sua, respeito. Acho absurda, mas, respeito.

Peço o favor de desobediência civil não ser confundida com bagunça, desordem ou mesmo barbárie.

Peço o favor que vocês não se voltem contra a lei.

Desobediência civil na ditadura? Vá lá. Desobediência civil em um governo democrático? Bagunça, desordem e barbárie.

Barbárie é o que aconteceria na sexta-feira, dia 15 último, se houvesse confronto entre policiais e manifestantes, em que os primeiros, despreparados para o ato, portavam armas com munição letal.

Os policiais vão preparados para lidar com o tipo de manifestação que vão encontrar. A julgar pela predisposição ao desrespeito as leis, nada mais apropriado.

Eles atiraram? Mataram quantos?

Barbárie é uma aluna de Arquitetura da UNESP de Bauru ter de voltar pára a casa dos pais e desistir do curso porque não tem mais como se sustentar na universidade, porque esta não lhe provém bolsas suficientes para seus estudos e pesquisas, além das contínuas contas, alimentações, aluguéis, etc.

O papel da universidade não é assistência social. Nunca foi. O governo não é obrigado a sustentar estudantes.

Texto que lida sobre o assunto

Link da Veja ou não, não importa. Concordo veementemente com a definição:

Fico espantado, no texto de professores, estudantes e jornalistas, com a formidável confusão entre, por exemplo, correlação e relação de causa e efeito. Assim: há uma correlação entre a queda de temperatura e a noite, mas é incorreto dizer que fica escuro porque esfria... Se vocês repararem, a esquerda é craque em misturar as coisas. Vamos ao exemplo concreto: a universidade deve reservar parte de seus esforços e de seus recursos para garantir ao aluno condições salubres de ensino, mas a função da universidade não é fazer reparação social, ou ela abandona seu objeto, desviando-se de sua função.

Contra A disse...

Barbárie é continuar acomodado enquanto nosso espaço de discussão e decisão sobre a universidade vem sendo derrubado por decretos, no âmbito estadual, e medidas provisórias, no âmbito federal.

Sabe o que isso me parece?
Choro de alguém que não conseguiu o que queria nas eleições.

Nunca é chato lembrar que as eleições são a época ideal para a mobilização e discussões deste tipo. Não pela validade ou não dos decretos; e sim pelo DIREITO de fazê-los. Não gosta? Vote certo.

A democracia não se restringe só a uma eleição, a um referendo, a um plesbicito. Não é só pensando em quem vou votar nas próximas eleições que exercerei meu direito como membro de uma democracia.
E não é porque vivo nessa democracia que tenho de achar que as leis feitas pelas e para as classes mais altas de nossa sociedade sejam justas e é por elas unicamente que eu desenvolva o processo de mudança em meu país.


Isso, como dito acima, é pensamento seu. Um direito que lhe cabe.
Aposto que seu ideal de mudança é um Brasil socialista, estatizado. União das Repúblicas Socialistas Brasileiras.

Agora, isso é, de fato, um direito seu. Porém, é problema seu também.
A lei está ai, você não pode (ou pelo menos não deve) desobedecê-la.


A argumentação da ordem, da lei, e da justiça, esquece-se de como existe a importância de um movimento que desenvolva a idéia de democracia verdadeira, da participação popular, da desobediência civil e não da lei do mais forte, da lei que favorece interesses de grandes corporações empresariais, políticos e juízes corruptos.
Não fazemos uma lei, desenvolvemos uma resposta alternativa a essa lei que atrapalha o andamento da mudança nesse país.


Eu fecho os olhos e vejo Rui Costa Pimenta falando no horário eleitoral.

Repudio veementemente a sua inclinação e conseqüente incitação a desobediência civil. Lamentável.

Vocês distanciam-se em quilômetros das definições de Thoreau; não tem objetivos definidos, nem justificativa plausível e indiscutível para seus atos, mostram-se intransigentes ("A GREVE SÓ ACABA QUANDO OS DECRETOS FOREM DERRUBADOS!")...

O que resta, além de alguns punhados de solidez (A reividicação de um RU, moradia de graça...), é uma retórica pseudo-esquerdista, autoritária, baseada em clichês e estereotipada ao extremo.

Giovanni disse...

Contra comentários fascistas de sua parte, desrespeito, desculpe.
E deixo para que as pessoas o observem e reflitam sobre as suas posições.

Na minha modesta opinião, isso não é democracia. Nem mesmo a que você defende.
Isso é ditadura! É repressão, é tratar com armas quando deveria haver diálogo.

Peço desculpas por não continuar debatendo com você, tenho que dormir para estar amanhã na faculdade conversando com meus colegas que virão sob ordens de alguns de seus professores e com estes também.

A greve continua! E a mobilização também! Que continuemos conversando!

"Não concordo com uma palavra do que dizes, mas defenderei até a morte o seu direito em dizê-la"

Voltaire

Opa! Será um traço de democracia...
Uma boa noite!

Giovanni disse...

Só pra reiterar mais uma vez...
Sem estereótipos. Não sou de nenhum partido e não sou socialista.
Sem mais dessa colocação por favor!
Chega de falar em Zé Maria, Rui Costa Pimenta, não compactuo com essa ideologia.
E chega de falar em democracia na eleição, sabemos como ela é exercida com mão de ferro para o povo brasileiro, inocente e facilmente manipulado, infelizmente.
É só, por enquanto...

Contra A disse...

Deixo este texto para reflexão:

http://noticias.usp.br/arquivos/RR__6036_adorno230507.pdf

Contra A disse...

E chega de falar em democracia na eleição, sabemos como ela é exercida com mão de ferro para o povo brasileiro, inocente e facilmente manipulado, infelizmente.

Desculpa esfarrapada para o fracasso nas eleições.

O choro é livre.

Sem mais no momento.

Contra A disse...

http://conjur.estadao.com.br/static/text/56627,1

Decisão jurídica rejeitando negação tentada pelo PSOL.

Segundo o governo, e segundo a lei, os decretos estão de acordo com a constituição. Não constituindo insonctitucionalidade, estão de acordo com a lei.

Estando de acordo com a lei, e sendo o governador eleito pelo voto direto do próprio povo, subentende-se que, indiretamente, o decreto é feito pelo povo.

Aos que não concordam, sobram as opções da lei:

Aos que têm direito a greve, greve.
Isso inclui professores e funcionários, porém, não alunos, como indica a constituição.

Protestos pacíficos e que não acabem por desobedecer as leis.

Todo o aporte jurídico para a contestação dos decretos.

Contra A disse...

Não constituindo insonctitucionalidade

Errata:

Leia-se: Não sendo inconstitucional.

Renata disse...

Sou estudante de Engenharia, e venho acompanhando diariamente as postagens feitas pelo blog.
E gostaria de parabenizá-los pelo empenho e dedicação nos quais vocês têm se manifestado, através das postagens no blog, discussões no campus, viagens a São Paulo, do vídeo Coletivo Urbano, enfim, de maneira geral.
Mas da semana passada em diante, a discussão tem sido entre FEB e FAAC, e isso é lastimável, pois em vez de vocês( do movimento) se concentrarem no movimento, nos decretos, nas assembléias, tem que ficar gastando energia com futuros engenheiros, que na minha opinião muito pouco acrescentarão a profissão, pois infelizmente acham que a vida pós-formados, será exibir um currículo com notas altas, porém senso crítico muito abaixo de zero. E não é isso que a sociedade espera de um universitário formado em uma universidade pública.
Acho que primeiramente a educação está acima de tudo, e vocês do blog ficarem se rebaixando a repostas ao nível de suas ''reclamações’’ nada acrescentará ao movimento. Até porque a rivalidade entre FAAC e FEB existe e isso é inegável. E este clima só se acirra cada vez que pessoas que acham que existam cursos superiores, que ainda crêem que a universidade pública não precisa de mudanças, que está ótima ( porque só consegue olhar na sua vida, no seu curso isoladamente) e que ofendendo quem ainda está tentando( e estão mostrando que está dando resultado) mudar as coisas, adianta alguma coisa. Enquanto ele(a) fica em casa, em ''férias’’, não participando das assembléias, não vindo votar contra a greve( já que é da opinião deles), e ainda por cima, reclamando e xingando quem está tentando é um ato deprimente do ponto de vista pessoal e político. E eu fico impressionada com a falta de engajamento, interesse e conhecimento, por parte dos universitários que eu conheço, do que está realmente acontecendo. É como se nada afetasse, importasse na vida destas pessoas. Ah, não,esqueci, festa, cerveja, balada, isso com certeza importa muito mais.
Já disse demais!! Tchau!!

Contra A disse...

Sabe o que é mais irônico?
Eu não sou da FEB. Sou da FAAC.

Eduardo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Eduardo disse...

Surgiu-me uma dúvida:

Texto extraído do Blog no dia 11/06:
(...)Hoje, às 14h, houve uma reunião dos professores filiados a Associação dos Docentes da Unesp de Bauru (Adunesp/Bauru). É importante lembrar que há uma diferença estrutural entre uma associação e um sindicato. A principal diferença é que, perante a legislação vigente em nosso país, uma decisão como aderir ou não a uma greve cabe exclusivamente a um sindicato e não a uma associação. Como a Adunesp Bauru preferiu se desvincular da Adunesp central, que é o sindicato, a reunião da associação (ou clube?) dos docentes da Unesp-Bauru, não tem poder legal para deliberar pelo fim da greve.(...)

A minha dúvida: existe algum sindicato de alunos com poder legal de aderir ou não a uma greve? Ou tem algum outro dispositivo na constituição que permite isso?

Obrigado

Giovanni disse...

Não existe o Sindicato dos Alunos, mas existem os Diretórios Acadêmicos e as Assembléias Estudantis, que são conduzidas, na UNESP Bauru, pelos representantes dos três diretórios e votadas por todos os estudantes que comparecem.
O direito à greve é garantido a todos os setores, inclusive aos estudantes, que tem outra forma de constituir seu movimento.

Contra A disse...

O direito à greve é garantido a todos os setores, inclusive aos estudantes, que tem outra forma de constituir seu movimento.

MENTIRA!

Afirmação leviana e desprovida de embasamento científico:

LEI 7783

Claramente vincula "greve" a vínculo empregatício, que, óbviamente, alunos não têm.

Greve dos estudantes é ilegal.

PSTU disse...

Tudo se resume em poucas frases:

Faculdade não é instituição de caridade.

Infelizmente essa é realidade.

Quem não quer estudar vai fazer baderna em outro lugar!

PSTU disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Giovanni disse...

É legal, isso não é uma afirmação leviana.
Os diretórios acadêmicos tem a legalidade para chamarem assembléias que podem deliberar sim por greve ou qualquer outra movimentação.
E qualquer estudante, reiterando, pode decidir sobre isso.
Se quiser, pode consultar o Estatuto da UNESP ou mesmo o do Diretório Acadêmico Di Cavalcanti, do qual faço parte, para comprovar que a leviandade é sua e não minha.

Eduardo disse...

Não tenho conhecimento do que diz o Estatuto da Unesp, portanto nao vou contestar a ilegalidade ou não da greve. Mas esse mesmo estatuto não dá os mesmos direitos aos professores, que através de uma associação deliberaram o fim da greve?

PSTU disse...

Giovanni, venha participar do meu partido! Adoramos estudantes que não estão afim de estudar e só tumultuam e atrapalham o ensino de quem está!

Contra A disse...

É legal, isso não é uma afirmação leviana.
Os diretórios acadêmicos tem a legalidade para chamarem assembléias que podem deliberar sim por greve ou qualquer outra movimentação


Porque vocês não decidem também pela extinção da democracia e a instauração do comunismo?

Uma coisa que você simplesmente ignora: Embora o DA tenha direito de apovar coisas, ele não é soberano pra passar por cima da lei.

Mas, beleza. Poste aqui as previsões legais que indiquem que o DA pode votar coisas que não estão previstas em lei.

A constituição diz que não pode.

Você seria capaz de me mostrar alguma legislação específica que regulamente de forma clara e precisa, que o DA possui prerrogativas legais para criar uma greve, mesmo sabendo que a própria consituição brasileira não prevê este tipo de manifestação para os estudantes?

Até agora, você só disse que é legal. Não mostrou documentação alguma que endosse sua fala. Informação sem prova é informação leviana.

Sem discurso, sem firulas. CADÊ O EMBASAMENTO LEGAL?

Se quiser, pode consultar o Estatuto da UNESP ou mesmo o do Diretório Acadêmico Di Cavalcanti, do qual faço parte, para comprovar que a leviandade é sua e não minha.

Não há nada no estatuto da unesp ou neste bizarro estatuto do DADICA que dê permissão a qualquer um deles para que decida coisas que maculem as leis do nosso país.

Por um motivo simples, NADA está acima da lei.

E isso inclui você.

Giovanni disse...

Também quero estudar caro pstu, mas infelizmente não só as minhas aulas e pesquisas, assim como a de muitas pessoas, não vêm tendo a qualidade desejada para uma instituição respeitada como a UNESP.
Não estou atrapalhando a sua aula!
Gostaria muito de que precebesse que a greve não é constituída de vagabundos que não querem aula, mas de pessoas conscientes de que a sua aula e a minha precisam de melhorias urgentes.
Estou a fim de estudar, é meu último ano, não tenho pendências pra cumprir(DP's), mas não me preocupo só com minha formatura e meu diploma. Me preocupo com minha formação e a de meus colegas na universidade. Por isso participo do movimento grevista.
Ficou cclaro!?

Giovanni disse...

Não falei sobre passar por cima da lei, falei sobre o nosso estatuto interno. Se a greve por parte dos alunos não está prevista na Constituição, não é por isso que não esteja prevista deliberação semelhante em nossos estatutos.
Outra coisa, como já disse antes. Não trabalho apenas com leis! Não sou obrigado a me sujeitar às leis que me prejudicam e às outras pessoas. Esse discurso de que nada está acima da lei é bem típico dessa sua imunidade e ser anônimo. Para que ter medo de mostrar seu nome, sua identificação!? A Internet é um lugar sem lei!? A sua legislação prevê igualdade aos cidadãos!? Pena que alguns deles são mais iguais que os outros não!?Pedi a você que leia o estatuto da Unesp e Dadica, não te enfiei número de lei específica que trata disso. Leia os estatutos e encontrará o que procura. Vou ter que ficar mostrando a você!? O preto no branco!? Me proponho a lhe encaminhar os estatutos, mas não preciso ficar identificando cada detalhe do mesmo pra me justificar. Não ando com a lei debaixo do braço, só dou a opção para que você procure conhecê-la. Não fui eu que os fiz. Há nesses estatutos muitas coisas das quais dicordo, e questiono, conseqüentemente, tento mudar. Quero que o esforço parta de você. Procure, se informe sobre isso.
Nem tudo está previsto na lei rapaz, e as leis deste país, em sua maioria, atacam as classes mais excluídas, inclusive a classe média, grande maioria presente nesta instituição e que discute neste fórum.
Você não pode restringir o meu direito de ser contra a grande maioria dessas leis, feitas pelos e para os mais favorecidos, sempre. E o meu direito de manifestação não pode ser tolhido por considerações legalistas e da extrema ordem nacional.
Minha concepção é muito diferente de suas pretensões democratas.
E também está longe do que vem sendo pregado pelos partidos de esquerda.
Me resguardo o direito de pensar diferente e me organizar junto aos colegas de universidade para lutar pelos direitos de todos nós.
E peço que respeite essa posição e evite mais colocações estereotipadas.
É só!

PSTU disse...

Caro Giovanni

A queda da qualidade do ensino e pesquisas de instituições respeitadas, tal como a UNESP, tem como principal motivo a presença de alunos como você.

Você tem razão quando fala que não está atrapalhando a milha aula. Você e seus companheiros grevistas simplesmente estão impedindo que as aulas sejam ministradas.

Tenho dúvidas em relação essa sua vigorosa vontade de estudar, pois o que eu vejo são baderneiros que ao invés de estudar e se esforçar em suas pesquisas (já tentou?) ficam brincando de jovens rebeldes socialistas.

PSTU disse...

"Não trabalho apenas com leis! Não sou obrigado a me sujeitar às leis que me prejudicam e às outras pessoas. Esse discurso de que nada está acima da lei é bem típico dessa sua imunidade e ser anônimo." - Giovanni

Um cidadão que não se sujeita as leis de seu país às contrariam, certo?
Creio que 'Giovanni' fez referência ao caro 'Contra A' no termo 'ser anônimo'. Sei que a resposta dele será a altura, mais não posso ficar calado diante de um criminoso.
Muito forte a palavra? Mais é justamente o que Giovanni declarou que é. Um cidadão que não respeita as leis de seu país é nada mais nada menos que um criminoso. Diante disso Giovanni, como almeja que alguém se identifique para um sujeito que declara publicamente que desrespeita as leis?

Julia disse...

Não sou obrigado a me sujeitar às leis que me prejudicam e às outras pessoas.

Mais relativismo esquerdopata. Lei é lei, se certa ou errada, justa ou injusta não importa, é a lei e deve ser cumprida. Quem não está satisfeito vote melhor nas próximas eleições.
Isso é um problema sério que percebo em muitos colegas grevistas que resolveram se unir para salvar o universo: eles escolhem as leis que convém seguir (como desqualificar a assembléia de docentes realizada no dia 11/06)e varrem as outras para debaixo do tapete (como a reintegração de posse da reitoria da USP).
E viva la revolucion.

Bruno Espinoza disse...

Julia e seus compadres "eleitoradopatas",

A democracia não é um ano bissexto!

Contra A disse...

Não trabalho apenas com leis! Não sou obrigado a me sujeitar às leis que me prejudicam e às outras pessoas. Esse discurso de que nada está acima da lei é bem típico dessa sua imunidade e ser anônimo.

Como o companheiro PSTU disse, se você não trabalha apenas com leis, o que lhe impede de passar a uma possível agressão física ou moral?
Igualmente a um DA que se sente no direito de decidir pelo que quiser, não importando se é legal ou não.

Eu prezo pela minha integridade moral e física.

E aguardo ansiosamente que alguém consiga arrumar meios pra justificar que o DA pode inventar até o que não existe na constituição.

Vocês poderiam deliberar que o Tuga tapasse os buracos nas ruas? É que a cidade anda esburacada... Deliberem também que a minha vizinha gostosa dê bola pra mim. Eu vou fazer piquete na porta da casa dela, inspirado por vocês.

A lei não deixa? Dane-se. Eu faço as minhas próprias leis...

Ainda bem que eu não penso assim, minha mãe valorizou desde sempre, o respeito a lei como uma das qualidades mais importantes queeu poderia ter.

Contra A disse...

A democracia não é um ano bissexto!

Quem são vocês pra definir o que é democracia? Desrespeitam ela e as leis que a regem como se fossem barreiras em uma prova de salto em distância...

Bruno Espinoza disse...

"Contra a",

se vc é um sujeito tão ético, tão seguidor da legalidde, não deveria estar com "siricutico" em razão das deliberações do Movimento Unificado.

E, sim, a democracia não se exerce apenas com o seu dedinho na urna eletrônica. Mas, você não gosta dessa idéia. Se gostasse estaria presente nas assembléias, exerceria umaa atividade democrática. Esta atividade, até hoje, ninguém disse que faz mal ä saúde.
Mas a única que deve ter aprendido a exercer é aquela supervisionada pelo Tribunal Eleitoral.

Viva a democracia de quatro em quatro anos, baixe a cabeça para um Executivo que desgoverna por decretos e continue contribuindo para o esvaziamento politico. São atitudes deste naipe que oferecem um desserviço para a manutenção dos serviços públicos. Um deles é a educação que, para seu desagerado, se constrói todos os dias. Eu disse: todos os dias.

Bruno Espinoza disse...

errata: desagrado

PSTU disse...

Tem toda a razão Bruno Espinoza!

Como disse a companheira Julia:

VIVA LA REVOLUCION!

Não quer entrar para o meu partido não?

Bruno Espinoza disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Bruno Espinoza disse...

Fique bem aí com o "seu" partido, sr. "pstu".
De partido quero distância. Aliás, isto é típico dos "eleitoradopatas": achar que tudo se resume a partidos e eleições. Não, meu amigo anônimo, já me basta ser estudante e pesquisador para, no mínimo, apoiar este movimento.

A mente de vocês é muito pequena, e as imaginações não fogem à regra. "Quem não está satisfeito vote melhor nas próximas eleições". Duvido que possam ser mais tacanhas.

Mas, não tenho dúvidas de que, certamente, estão roendo as unhas com a única coisa que importuna o soninho de vocês: "a volta às aulas". UUaaahhhh!!!! "a volta às aulas..."
Aproveitem e peçam para a mamãe comprar caderno e lancheira nova.

Contra A disse...

se vc é um sujeito tão ético, tão seguidor da legalidde, não deveria estar com "siricutico" em razão das deliberações do Movimento Unificado.

Ponto 1: Não sou TÃO ético. Ou se é ético, ou não é. Sem relativismos.
Ou se segue a legalidade ou não se segue.

Ponto 2: Vocês deliberam coisas ao bel prazer, a revelia da consulta de outros estudantes, que são inconstitucionais, radicais, ferem princípios básicos da lei e acha que eu não deveria ficar com "siricutico" ?

O que ninguém deve fazer é se calar vendo pessoas acharem que a lei é relativa e ignorá-la pelas suas próprias vontades é válido, desde que se pense que você está com a razão.

Movimento unificado que decide sobre greve é o dos professores e dos funcionários. Vocês não deveriam nem ser chamados pra discutir a greve dos outros...

E, sim, a democracia não se exerce apenas com o seu dedinho na urna eletrônica.

Vocês tem mente tão pequena, que, se não se resolve na urna, parte-se logo para a ilegalidade, baderna e desrespeito a lei?

Sou capaz de pensar em N alternativas, alternativas quais sempre recorro. Sempre usando-se as vias legais.

Vocês podem fazer passeata, deixar de comer na cantina... Podem protestar de N maneiras. Não precisavam apelar do jeito que estão apelando.

Mas, cada um luta com o que sabe usar, não? Eu uso a cabeça. Não necessito recorrer a métodos de intimidação.

Mas, só pra deixar claro. Democracia, pra muitos de vocês, é a democracia de "Ou ganha o PSOL e o PSTU, ou é conspiração da direita neoliberal".

Mas a única que deve ter aprendido a exercer é aquela supervisionada pelo Tribunal Eleitoral.

A qual vocês sequer aprenderam, e fazem questão de ignorar e desrespeitar.

São atitudes deste naipe que oferecem um desserviço para a manutenção dos serviços públicos. Um deles é a educação que, para seu desagerado, se constrói todos os dias. Eu disse: todos os dias.

A mesma que vocês estão destruíndo.
A opinião pública já taxa os universitários, depois desta greve extensa e sem propósito, de radicais e baderneiros. Sinto vergonha de ser colocado na generalização "universitário", ao lado dos que não prezam as leis e acham que tudo pode ser resolvido na base do piquete.

Eu disse acima e repito: Cada um luta com as armas que sabe usar.
Não há de se exigir que alguém começe a pensar em soluções pacíficas e não invasivas de uma hora pra outra.

Contra A disse...

Aproveitem e peçam para a mamãe comprar caderno e lancheira nova.

E vocês, aproveitem todos para aguardar o novo RU que vão construir na unesp depois do movimento de vocês. Ao lado da moradia.

Sentem e esperem. Eu ofereço um pedaço do meu lanche pra vocês depois.

PSTU disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Bruno Espinoza disse...

"Sinto vergonha de ser colocado na generalização "universitário", ao lado dos que não prezam as leis e acham que tudo pode ser resolvido na base do piquete."


Sinto vergonha, também.

Sinto vergonha de ser universitário "ao lado" dos que se escondem, dos que fogem de assembléias, daqueles que acham divertidíssimo simplificar democracia a eleições. Devem ter noção desse disparate, afinal preferem o comodismo do anonimato.

Tenho outras vergonhas, é claro.
Tenho vergonha de "estar ao lado" de quem acha tudo normal, que o partidarismo e a panfletagem barata são os alicerces dos estudantes atuais; além de uma vergonha de quem acredita religiosamente nisso, pois estes pararam no tempo, falam de um movimento partidário, desenham um panorama irreal, acreditam fielmente nas folhas brasileiras e estão preocupados com calendários letivos.
Ah, os calendários letivos!! Meu Deus, os calendários!Que cousa "Contra a"!
Enquanto outros não puderam sequer pensar em calendários, vc está aí, né?
Os que ficaram bem longe da universidade pública, aqueles que não ingressaram na UNESP de Bauru mesmo passando no seu vestibular(e imagino quantos não deixaram de ingressar em outras), sabe? Dá pra imaginar? Porquê, "contra a"?

Ofereço uma resposta:
Porque este campus, onde um movimento reivindica condições primárias de infra-estrutura, (apesar de uns anônimos gritarem "esquerdopata!", "fora pco!", "é do pstu!", feito loucos, pois não vejo nenhuma bandeira dos ditos cujos) não há respaldos mínimos para permanência na Academia. Coisas como Moradia Estudantil, RU. Você já ouviu falar?


Vergonhoso, de fato, é condenar quem está em busca desses básicos empenhos para uma comunidade acadêmica. Condenar por condenar.

Guarde bem esses dias. Se tiver filhos, aproveite conte para eles no futuro o favor que vc fez para as mudanças básicas da educação pública que te formou.

PSTU disse...

"Fique bem aí com o "seu" partido, sr. "pstu".
De partido quero distância. Aliás, isto é típico dos "eleitoradopatas": achar que tudo se resume a partidos e eleições. Não, meu amigo anônimo, já me basta ser estudante e pesquisador para, no mínimo, apoiar este movimento."

Sr. Espinoza, eu também, para o seu grande espanto, sou estudante e pesquisador. Porém, não apoio esse movimento. Isto se deve a grandes diferenças existentes entre nós:
-não sou um vagabundo baderneiro
-eu realmente vou ter que repor as aulas e não só entregar um trabalhinho


"Mas, não tenho dúvidas de que, certamente, estão roendo as unhas com a única coisa que importuna o soninho de vocês: "a volta às aulas". UUaaahhhh!!!! "a volta às aulas..."
Aproveitem e peçam para a mamãe comprar caderno e lancheira nova."

Tenho certeza que o Sr. Espinoza não terá que realizar um décimo das provas que serão aplicadas no retorno das aulas e muito menos repor a mesma quantidade de aulas que os alunos da Engenharia.

Cá entre nós, desse jeito é fácil, badernar, perder aulas, entregar um trabalhinho e já era...

Bruno Espinoza disse...

"Pstu",
Poxa, um traabalhinho, né? Se é um trabalhinho, aproveita quando voltar às aulas e faz pra mim. Tá?


"não sou um vagabundo baderneiro"

Podem dizer, onde vcs leram isso? Deve ter sido através de um método bem persuasivo, afinal vcs repetem isso como uma mantra...

"não sou um vagabundo baderneiro"
"não sou um vagabundo baderneiro"
"não sou um vagabundo baderneiro"
...


Fquem calmos, os pais de vcs não precisam saber que são...são... como é mesmo?
ah, isso: "baderneiros".

Contra A disse...

Sinto vergonha de ser universitário "ao lado" dos que se escondem, dos que fogem de assembléias

Sinto vergonha dos covardes que não entram na favela a noite...

Bah. Se vocês inspirassem confiança e não ameaçassem desrespeitar a lei, eu estaria lá.
Não sei até onde vocês são capazes.

E outra: Já ouviram falar de trabalho? A informação que eu tive é que a assembléia é as 14 horas.
Procede ?

Caso proceda, é a hipocrisia das hipocrisias. As pessoas que trabalham, como qualquer pessoa comum, ficam de fora da discussão.

daqueles que acham divertidíssimo simplificar democracia a eleições. Devem ter noção desse disparate, afinal preferem o comodismo do anonimato.

Pior ainda do que querem complicar. Ou melhor, torcer os argumentos até que se adaptem aquilo que desejam.

Democracia é o fim, eleições são o meio. A consciência é o início, e vocês são o caminho errado.

Os que ficaram bem longe da universidade pública, aqueles que não ingressaram na UNESP de Bauru mesmo passando no seu vestibular(e imagino quantos não deixaram de ingressar em outras), sabe? Dá pra imaginar? Porquê, "contra a"?

Porque não passaram no vestibular.
Acertei?

Prefiro não partir pro cliche dos clichês de botar culpa no governo.
Eu sou pobre, eu estudei em escola pública, eu passei. Não há vagas para todos na educação superior nem nos melhores países do mundo.

O que não exime o governo de culpa.
Porém, insisto na tecla de que as eleições são exatamente para isso.

não há respaldos mínimos para permanência na Academia. Coisas como Moradia Estudantil, RU. Você já ouviu falar?

Quer que o governo corte seu bife e amarre seu sapato também ?
Antes de pensar em RU, o governo devia pensar em alimentar quem realmente passa fome.

Vergonhoso, de fato, é condenar quem está em busca desses básicos empenhos para uma comunidade acadêmica. Condenar por condenar.

Não é condenar por condenar. Claro que eu não espero que você aceite meus argumentos. Isso é óbvio. Mas condeno com base neles.

Guarde bem esses dias. Se tiver filhos, aproveite conte para eles no futuro o favor que vc fez para as mudanças básicas da educação pública que te formou.

Vou ensinar direitinho o meu filho a ler a história de forma crítica, apolítica e sem pseudo-intelectualismo, e reservar as estórias de contos de fadas.

Aí, quando ele crescer, ele pensa antes de fazer greve.

Bruno Espinoza disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Diego disse...

Pelo jeito o contra a vai entrar com um processo contra os estudantes em greve. Eu entenderia tal atitude, afinal de contas um grande conhecedor das leis e adepto da obediência civil, não perderia o seu tempo postando, freneticamente, comentários num blog do qual discorda ideológicamente.

Contra a, só lhe peço para publicar neste espaço os artigos que usaria contra a nossa manifestação, que, de tão fora da lei, é reconhecida pelos três diretores do câmpus.

Abraço e até o dia do julgamento.

Bruno Espinoza disse...

"Vou ensinar direitinho o meu filho a ler a história de forma crítica, apolítica e sem pseudo-intelectualismo, e reservar as estórias de contos de fadas.
Aí, quando ele crescer, ele pensa antes de fazer greve."

Antes de qualquer coisa: como conseguirá a façanha de ensinar a alguém a "ler a história de forma apolítica"? Se conseguir, "contra a", vc é um gênio. Ou, então, criou uma ameba.


Fica em paz. Seu filho certamente não fará greve. Com o seu raciocínio posto em prática, universidade pública estará nos "contos de fadas".



Ah, não, não quero bife cortado para mim. O que eu quero é que a universidade seja universidade. E, como estou no último ano, espero que os futuros universitários da UNESP possam ter condições melhores que as minhas e as suas para o exercício acdêmico. Isto, claro, se pessoas como vc deixarem.

Sem mais, pois há mais o que fazer!

Abraço, e até a assembléia. Amanhã! Às 14!

Contra A disse...

Fica em paz. Seu filho certamente não fará greve. Com o seu raciocínio posto em prática, universidade pública estará nos "contos de fadas".

Ah, a dramaticidade da esquerda...
Me comove. Realmente me comove.

Ah, não, não quero bife cortado para mim. O que eu quero é que a universidade seja universidade. E, como estou no último ano, espero que os futuros universitários da UNESP possam ter condições melhores que as minhas e as suas para o exercício acdêmico. Isto, claro, se pessoas como vc deixarem.

Universidade é universidade. Eu também gostaria disso. Que ela não vire um campo de golfe para baderneiros. Tomara.

Abraço, e até a assembléia. Amanhã! Às 14!

14 mesmo? Então nem vai dar... eu tenho que trabalhar. Sabe, ganhar dinheiro, o pão de cada dia... Sustentar-me, enfim.

Mas valeu o convite. E fica a sugestão que façam uma assembléia aonde os que trabalhem também tenham horário para ir... ou seria isso algo deliberado?

Contra A disse...

Pelo jeito o contra a vai entrar com um processo contra os estudantes em greve. Eu entenderia tal atitude, afinal de contas um grande conhecedor das leis e adepto da obediência civil, não perderia o seu tempo postando, freneticamente, comentários num blog do qual discorda ideológicamente.

Não não. Longe disso.

Eu entendo a fantasia de vocês, esse negócio de acharem que estão em "greve de alunos".

Muitos de vocês necessitam disso para se auto afirmar.

E, vamos e convenhamos, não estão prejudicando ninguém ainda. Ocasionalmente ameaçam um piquetezinho, mas não fazem...

Como sempre digo, não queriam transformar este devaneio extremista em algo paupável. Não fiquem na frente de meu carro nem arranquem carteiras de dentro das salas, porque, eu não entrarei com um processo. Eu chamarei a polícia mesmo.

Contra a, só lhe peço para publicar neste espaço os artigos que usaria contra a nossa manifestação, que, de tão fora da lei, é reconhecida pelos três diretores do câmpus.

Já coloquei MUITOS motivos. Inclusive a própria constituição federal, a declaração dos direitos humanos...
Diretores do câmpus não são a lei.
São... diretores do campus.

E, é claro... vocês estão fazendo exatamente o que eles querem... não iriam reconhecer?

Marionetes que acham que não têm cordas.

Bruno Espinoza disse...

"faac é faac ....jumento burro....viagem é com g e nao com j!!!!! jegue

burro...faac..........2 por vaga.....jumento"


Só um leve conserto:
GAZAGA, sim, o substantivo "viagem" é com G, claro.

Mas, o verbo "viajar", bem como suas flexões, são com J.

Portanto, o "jegue" é você.

Emi disse...

me sinto contempladíssima com esse último comentário!

é isso aí gazaga, o "jegue" aqui é você, e jegue é com J,tá?

Não se preocupe, eu sei escrever e a discussão aqui é outra!

PSTU disse...

Feito Giovanni!
Eu faço seu trabalhinho! Mas você vai fazer todas as minhas provas e ir em todas as aulas, pode ser?

Giovanni disse...

Bom PSTU, não fui eu quem disse isso sobre você fazer meus trabalhos, mas cada um deveria parar de reclamar dos métodos de avaliação que se sujeitam não!?
Por que você e sua sala não vão reclamar com o professor sobre a ementa da aula, sobre o número de provas e trabalhos que tem que fazer. Na minha sala tento fazer isso junto com alguns colegas, dentro do nosso direito.
Quanto à internet sem lei que coloquei, foi apenas uma ironia em relação a toda legalidade pregada pelo senhor Contra a! Se ele é a favor da lei pra resolver tudo, porque ele não regulamenta a Internet também. Eu só utilizei-me de uma contradição do discurso desse fascista made in DEM(EX-PFL).
Se não me sujeito a certas leis impostas, não é porque tenho um discurso esquerdopata, é porque tenho uma forma de pensamento diferente, que busca outra maneiras de mudanças que não pela forma apenas legal, lenta e prejudicial.
Não é por isso que sou criminoso. Não generalizem meu discurso. Eu fui muito claro, inclusive na frase copiada por vocês. Não me sujeito a leis que me prejudiquem. E ponto. Isso não é crime. É sim a desobediência civil.
Por um acaso o senhor Serra e seu cumpadre Lula respeitam as leis malditas desse país governando por decretos e medidas provisórias!? Eles usam das brechas da lei e do seu poder conferido por pessoas como vocês. E eu utilizo da minha liberdade e direito de me manifestar. E isso ninguém pode me tirar, nem discurso fascista, nem acomodação, nem polícia, nem governador e presidente corruptos.
Para mim e muitos outros colegas, essa é a saída pra pararmos de nos sujeitar a esse poder que corrompe as pessoas, a essa democracia que representa só os direitos das classes mais favorecidas.
A lei, justa ou injusta, não fica acima de nosso verdadeiro poder do povo, de nossa vida que busca essas mudanças que beneficiem todos. Na maioria dos casos, ela é injusta, principalmente no exemplo do pobre assalariado mínimo comparado ao deputado, senador, vereador, esse sim vagabundo e criminoso, que usa o nosso dinheiro nos seus conchavos politiqueiros e nas suas licitações fantasmas, nos seus salários exorbitantes e nepotismo. Se são eles que fazem nossas leis, e eu não as aprovo por serem frutos dessa falsa democracia a que se sujeitam, e por não demostrarem os verdadeiros interesses do povo, tenho sim todo o direito de me manifestar contra tal afronta. Se sou considerado um criminoso por essa merda de lei que você segue feito um cachorrinho, pelo menos não tenho medo de mostrar minha cara. Faça o mesmo, sem represálias, sem confrontos. Se a sua lei vier me pegar pelo colarinho, temos maneiras de contornar essa repressão. E uma delas é a greve e a manifestação política livre, independente e apartidária. Discussão e ação, juntas sim, pela revolução. Mas não é a revolução utópica, "esquerdopata", nem mesmo feita pelas leis repressivas defendidas pelo senhor fascista. Ela é feita pela vontade de mudanças expressivas que temos quando fazemos nossos movimentos.
E isso o quanto não é relativista afirmar minhas concepções do que seja democracia e seja lei.

Contra A disse...

Quanto à internet sem lei que coloquei, foi apenas uma ironia em relação a toda legalidade pregada pelo senhor

Contra a! Se ele é a favor da lei pra resolver tudo, porque ele não regulamenta a Internet também.

Porque a internet não está sob minha jurisdição; E eu também não tenho pensamentos megalomaníacos da esquerdalha de

querer iniciar uma revolução pra tal. Mas, eu sugiro, porque não aproveitam o ambiente anárquico, no qual com

certeza se sentem em casa, para fazer uma revoluçãozinha no Second Life ?

Eu só utilizei-me de uma contradição do discurso desse fascista made in DEM(EX-PFL).
O meu é made in DEM? Seria o seu made in PCO? Rui Pimenta salário mínimo de 1900 reais? Lembra. Ambos são idealistas

utópicos sem senso de realidade, que não se importariam em sacrificar a população de bem, que trabalha e não tem

como ir em assembléia as duas da tarde, em prol de seus ideais deturpados e absolutistas. Giovanni XIV, o rei PSOL.

Se não me sujeito a certas leis impostas
Já começa se complicando por ai. Quem não se sujeita as leis é bandido.
Cito um discurso contundente de um dos maiores expoentes do "relativismo jurídico":

(...)Eu era pobre e invisível... Vocês nunca me olharam durante décadas... E antigamente era mole resolver o

problema da miséria... O diagnóstico era óbvio: migração rural, desnível de renda, poucas favelas, ralas

periferias... A solução é que nunca vinha... Que fizeram? Nada. O governo federal alguma vez: alocou uma verba para

nós? E nós só aparecíamos nos desabamentos no morro ou nas músicas românticas sobre a "beleza dos morros ao

amanhecer", essas coisas... Agora, estamos ricos. E vocês estão morrendo de medo...


Lindo, não? Mais um docinho de esquerda pra saber de quem são as tão belas sentenças.

Marcola, o líder do PCC.

Dois pontos a comentar:

Viu como é fácil montar um discursinho padrão desses de esquerdalha mal comida? Até um marginal pode. E fala com

propriedade. Qualquer palhaço fala mal do governo. QUALQUER UM. Alguns bem, como o Marcola. Outros, nem tanto.

De acordo com a lógica dele, ele está certo... ele se sente injustiçado, e age a margem da lei porque é o único meio

que ele arrumou para burlar o sistema, que, segundo ele, está sendo leviano. COmo ficamos? Se você pode bradar, aos

quatro ventos, "não me sujeito a certas leis impostas", o que você poderia dizer, do Marcola?

Você,que busca outra maneiras de mudanças que não pela forma apenas legal, lenta e prejudicial, é muito parecido, em

essência, com o Marcola. Não porque você mate gente e trafique, longe disso... porque ambos arrumam um ideal, e

procuram depois meios pra explicá-lo e viabilizá-lo, e não o contrário. Os fins justificam os meios, este é o seu

lema. E o lema do Marcola.

Quem desrespeita a lei é criminoso. Gramaticalmente, jurídicamente, e, por mais que o relativismo esquerdopata

resista, moralmente também.

É sim a desobediência civil.

Eu me remexo na cadeira ao ler tais coisas. Um recurso usado por Ghandi, tão bonito e mágico em sua essência,

desvirtuado e torto nas suas palavras, pensamentos e atos...
Ghandi usou contra a ocupação britânica no seu país, Luther King contra a discriminação, e você tem a audácia de

chamar de "desobediência civil" fazer paralização junto com seus 100 colegas reivindicando restaurante e teto de

graça?
Saiba, que mães de família não tem dinheiro para comer, e nem lugar pra morar. Antes de dar mordomia pra gente com

todos os dentes na boca, semi-sustentado (ou sustentado totalmente) pela família e que tem condições de parar de

frescura, levantar o bumbum revolucionário da cadeira e ir trabalhar pra pagar tais itens, o governo deveria pensar

nos carentes.

Sabe quanto dinheiro o governo gastou em água, luz, telefone, e vai gastar arrumando aquele prédio da USP, bem como

os demais prejuízos indiretos daquela invasão nefasta? Se você souber somar, some uma quantia qualquer. Ai coloque

mais uns 2 ou 3 zeros. Pronto. O suficiente pra investir na universidade, e fazer o que mais fosse preciso para a

melhoria do ensino. Jogado FORA.

E eu utilizo da minha liberdade e direito de me manifestar. E isso ninguém pode me tirar, nem discurso fascista,

nem acomodação, nem polícia, nem governador e presidente corruptos.


Utiliza-se é da bundamolice destes mesmos governos que citou, eleitos PELO POVO, de não impedir que você exerça seu

direito de baderna. Mas, pode ter certeza, que, discurso fascista não te tira este direito, nem a acomodação. Mas a

polícia tira.
Porém, você virá com um discurso mais piegas ainda, escrito por jovem comunista de 14 anos em 1968 e guardado no

armário, dizendo que foi agredido pela truculenta força policial, que abusou da força e lhe tacou gás de pimenta.
Tal qual uma criança berrando porque a mãe não quer lhe comprar um docinho. É a isso que eu resumo estes

discursinhos de meia pataca baseados em argumentos que nem mesmo vocês entendem direito: Um docinho. A gente olha e

faz "ooooh, que bonitinho, ele é revolucionário...", e depois se apressa porque o trabalho nos chama.

Para mim e muitos outros colegas, essa é a saída pra pararmos de nos sujeitar a esse poder que corrompe as

pessoas, a essa democracia que representa só os direitos das classes mais favorecidas.


Você devia fazer uma viagem ao nordeste para ver o que classe menos favorecida. Faça-me um favor, rapaz. Você faz

parte de um grupo muito seleto, universitário no Brasil. E de uma universidade conceituada, como a UNESP. Olhe no

espelho, e note que você não é magro de fome, nem te faltam dentes, nem tem uma família toda pra sustentar quando

sair de casa, pentear o cabelo e passar perfume pra "ir pra greve". E seja menos leviano nesse "muitos outros",

porque, em questão proporcional, vocês são uma formiga perto de uma manada de elefantes.

E nem tente o discurso "todo o restante do mundo é alienado", porque, dá pra achar fácil pessoas que não achem que

vocês estejam errados apenas pela Globo e pelo Estadão. Tem gente sim, como eu, que se opõe por convicção, não por

passividade.

A lei, justa ou injusta, não fica acima de nosso verdadeiro poder do povo, de nossa vida que busca essas mudanças

que beneficiem todos. Na maioria dos casos, ela é injusta, principalmente no exemplo do pobre assalariado mínimo

comparado ao deputado, senador, vereador, esse sim vagabundo e criminoso, que usa o nosso dinheiro nos seus

conchavos politiqueiros e nas suas licitações fantasmas, nos seus salários exorbitantes e nepotismo.


Esse seu discursinho piegas realmente irrita. Pra esta parte, faz o seguinte. Pegue minha resposta anterior, e copie

e cole aqui.

Só uma questão... você acredita mesmo nessa desonestidade generalizada do povo brasileiro? Coisa do tipo "ele

infringe a lei, vou infringir também" ? Moral não se ensina na universidade mesmo. Não há moradia nem RU que ajude

nisso.

Se sou considerado um criminoso por essa merda de lei que você segue feito um cachorrinho, pelo menos não tenho

medo de mostrar minha cara.


Justamente por você pensar assim que eu não mostro. Tenho medo. Este pensamento neandertal e tendente a violência,

esse negócio de "merda de lei", me assustam... Tanto quanto passear em uma favela a noite.

Faça o mesmo, sem represálias, sem confrontos. Se a sua lei vier me pegar pelo colarinho, temos maneiras de

contornar essa repressão.


Minha lei? Realmente você não difere em nada do nosso amigo Marcola...

E uma delas é a greve e a manifestação política livre, independente e apartidária.

Opa! Quando e onde ela começa? Independente? Apartidária? Piada...
Protestos que começam seis meses depois dos decretos, que são organizados na USP pelo PSOL e pelo PSTU, que culminam

em uma greve a 400km de distância? Faz o seguinte. Manda o papai noel me avisar quando esta manifestação

independente começar.

Discussão e ação, juntas sim, pela revolução.

Fico pensando quando você vai chegar na parte das armas, da tomada do poder, da instauração do socialismo e da

ditadura do proletariado (letrado, claro). Ideologia de adolescente que precisa em algo para acreditar.
E onde está a parte da discussão? O movimento de vocês, moribundo já após os eventos na USP, fadado ao fracasso

desde o início, nunca ouviu ninguém... nunca possibilitou a discussão... Aliás, discutir, que jeito?
Se formos contra, é porque a imprensa nos manipulou, porque somos fascistas, porque somos covardes... bom mesmo é

ocupação, invasão, baderna, do jeito que "a gente quer"... Os 90% restantes da universidade ou são bunda-moles ou

são reacionários... Nossa opinião é que manda!

Revolução de araque. Brincando de protestar igual um bando de meninas brinca de casinha. "Quero ser o Che!",

"Quero ser o Hugo Chavez", "Ah, mas ninguém quer ser a tropa de choque?"

Esta "sovkhoze do PSTU" que vocês criaram na mente ilusionista e relativista de vocês só existe até 2 de julho.
Ai, acaba o sonho, acaba a unificação. Professores dão aula, nós aprendemos, a vida continua. A luta continua. Diariamente. Alguns lutam todos os dias contra o sistema, não só quando lhes convém.

E isso o quanto não é relativista afirmar minhas concepções do que seja democracia e seja lei.

De fato, não é relativista. Se você pode lutar pelo que acredita, o Serra também pode. Com unhas e dentes. E com direito ao choque.

E, por fim, parem de chamar de "repressão", usando termo perjorativo, quando alguém faz algo pra lhes impedir.
Quando a mãe daquela mesma criança que chora por manha vocifera "Cala a boca, menino!", é pelo seu próprio bem.
Tal qual a "repressão". Vocês não sabem, porque estavam muito ocupados chorando;: é para o seu próprio bem.